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Fórmula 1 - chefes da Renault demitem-se
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Flávio Briatore abandonou esta quarta-feira a sua posição de director da equipa de Fórmula 1 da Renault.
O italiano decidiu não contestar acusações de práticas ilegais no Grande Prémio de Singapura, em 2008. O director executivo de engenharia da Renault, Pat Symonds, também deixou a equipa. A Renault foi convocada pela Federação Internacional de Automobilismo, FIA. A convocação aconteceu depois de Nelson Piquet Júnior ter alegado que lhe havia sido pedido que se despistasse deliberadamente para ajudar o seu colega, Fernando Alonso, a vencer a corrida. Piquet Júnior despistou-se duas voltas depois de Alonso ter parado nas boxes para reabastecer e mudar os pneus do seu bólide. O acidente fez com que o carro de segurança saísse para a pista enquanto se removiam os destroços do carro de Piquet Júnior. Alonso estava, na altura, entre os pilotos que não precisavam de voltar a parar nas boxes. O espanhol conseguiu assim vencer a primeira corrida nocturna de Fórmula 1. Foi também a sua primeira vitória em dois anos. Kenyon de saída O Chelsea anunciou que Peter Kenyon vai deixar o cargo de chefe executivo do clube no final de Outubro.
Kenyon, que deixou o mesmo cargo no Manchester United em 2003 para se mudar para o Chelsea, vai continuar em Stamford Bridge como director não-executivo. Ele vai também continuar a representar o Chelsea em várias capacidades, incluindo nos comités da UEFA. Peter Kenyon deixou o Manchester United depois de três anos como chefe executivo e esteve um ano em "licença administrativa" antes de se mudar para o Chelsea. No clube de Roman Abramovich, Kenyon assumiu o controlo dos negócios, com o objectivo, a longo prazo, de transformar o Chelsea numa das mais bem sucedidas equipas do mundo. Ele foi fundamental na contratação de José Mourinho em meados de 2004. Sob o comando do técnico português, o Chelsea venceu o campeonato inglês em 2005 e em 2006 e a Taça da Liga em 2007. Bolivianos em greve Os técnicos e os jogadores da selecção nacional de futebol da Bolívia apresentaram a sua demissão em bloco em protesto contra os "níveis desastrosos de financiamentos para o desporto". Na semana passada, a Bolívia perdeu a possibilidade de se qualificar para o Mundial de 2010, na África do Sul. A Federação Nacional dos Futebolistas da Bolívia, FABOL, disse que a modalidade no país estava em crise profunda e que era necessário que o governo fizesse investimentos significativos para inverter a situação. "Os futebolistas profissionais da Bolívia, ao abrigo das leis da FIFA, recusam-se, por tempo indefinido, representar a nossa equipa nacional," disse David Paniagua. Ele é o advogado da FABOL, e fez estas declarações numa conferência de imprensa em que participaram os jogadores da selecção boliviana. |
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