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UE: Eleições na Guiné foram pacíficas
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A Missão de Observação Eleitoral da União Europeia (MOE-UE) considerou as eleições de Domingo na Guiné-Bissau livres e ordeiras.
Na apresentação da Declaração Preliminar sobre o escrutínio, o chefe da missão, Johan Van Hecke disse ter ficado impressionado
com o civismo e desejo de paz demonstrado pelo povo guineense.
Por seu lado, o Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento considerou que a organização dessas eleições obedeceu os padrões universalmente aceites eleições democráticas. “Eleições bem organizadas, pacíficas e ordeiras com fraca participação dos eleitores após um período de violação dos Direitos Humanos e de um clima de medo e intimidação”, é o título da Declaração Preliminar da Missão de Observação Eleitoral da União Europeia. Um total de 21 elementos. A missão avaliou o processo eleitoral em diferentes vertentes, nomeadamente o ambiente político e social, a organização e o exercício do dever cívico dos cidadãos eleitores. Civismo Conclusão: “A votação decorreu de forma pacífica. Os eleitores votaram livremente. A administração do processo foi satisfatória apesar de pequenas irregularidades ligadas a má selagem das urnas”, disse o euro-deputado belga. Johan Van Hecke não resistiu à tentação de fazer uma espécie de confissão tendo em conta o ambiente político e social que rodeou estas eleições. “Fiquei impressionado com o civismo e o desejo de paz demonstrado pelas populações. Os guineenses esperam a manifestação da mesma maturidade da parte dos líderes políticos, e que estes aceitem os resultados das urnas”, disse Van Hecke. A organização do processo eleitoral e a forma como a votação decorreu foram igualmente objecto de uma avaliação pelo Movimento da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento. Abstenção Mamadú Queita, porta-voz dessa organização considerou que a organização das eleições de domingo obedeceu os critérios universalmente aceites para a realização de eleições democráticas. Queita interpreta assim a fraca participação dos eleitores. “Constatou-se uma média de 40 por cento de abstenção. Para nós é um sinal claro que os eleitores quiseram demonstrar a classe política no sentido de bem servir". "O clima que se vive neste momento é de insegurança e falta de confiança na classe política. É importante que façam boa leitura dessa taxa de abstenção”, considerou Queita. A sociedade civil participou activamente na campanha de educação cívica e serviu de elo de ligação entre a CNE e as mesas de voto pondo a CNE ao corrente do funcionamento das assembleias de voto. |
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