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Última actualização: 16 Junho, 2009 - Publicado às 20:16 GMT
 
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UE preocupada com presidenciais guineenses
 
Joan Van Hecke
Van Hecke pediu uma rápida disponibilização de fundos para as presidenciais guineenses.
Segundo a Missão de Observação Eleitoral da União Europeia para a Guiné-Bissau(MOE-UE), a frágil situação de segurança e ausência de equilíbrio competitivo entre os candidatos marcam as presidenciais antecipadas de 28 de Junho.

Numa conferência de imprensa, esta terça-feira, em Bissau o chefe da missão, Joan Van Hecke, pediu as autoridades guineenses que "apliquem os fundos recebidos da comunidade internacional na criação de condições que garantam segurança aos candidatos e eleitores".

O chefe da MOE-UE disse ter levantado tais constatações durante encontros mantidos com os candidatos, as missões diplomáticas, representantes de organismos internacionais e outros actores do processo eleitoral.

Fragilidade

 A Guiné-Bissau necessita urgentemente de uma normalização institucional, da legitimação dos seus líderes com vista a sua estabilização e desenvolvimento.
 
Joan Van Hecke, o chefe da Missão de Observação Eleitoral da União Europeia.

“Podemos identificar duas situações preocupantes: a frágil situação de segurança e a falta de equilíbrio competitivo entre os candidatos”, disse Van Hecke.

O chefe da MOE-UE disse ter conhecimento de que a CNE prevê implementar um plano de segurança eleitoral mas que a tradução prática dessa intenção depende do “desbloqueamento de fundos prometidos pela China e Turquia”.

Por isso Van Hecke pede “o desbloqueamento desses fundos o mais depressa possível”.

Para além da situação de falta de segurança vários candidatos deploraram junto à missão a inexistência de apoio financeiro aos candidatos.

A MOE-UE considerara prejudicial, tanto para os candidatos como para os eleitores, a incapacidade financeira para uma cobertura da campanha eleitoral pelos meios de comunicação social.

Receando uma certa apatia ou indeferênça em relação ao processo eleitoral, Van Hecke apela a todos os eleitores para que exercessem os seus direitos de voto.

“A Guiné-Bissau necessita urgentemente de uma normalização institucional, da legitimação dos seus líderes com vista a sua estabilização e desenvolvimento”, referiu Van Hecke.

A União Europeia observa as presidenciais de 28 de Junho na Guiné-bissau com 21 elementos.

 
 
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08 Junho, 2009 | Notícias
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