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Moçambique reforça observação eleitoral
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Em Moçambique estão em implementação dois novos mecanismos de fiscalização e monitoria do processo eleitoral em curso a culminarem
com as eleições municipais de 19 deste mês.
A iniciativa, do Centro de Integridade Pública privilegia sobretudo as denúncias populares e o seu lançamento concidiu com o da campanha eleitoral que vai já no seu terceiro dia. A procura de votos é marcada com meios de uns e, carência de outros. È o caso por exemplo da Frelimo e do seu candidato em Inhambane, no sul do país que na campanha disse “garanto que com o vosso voto vou continuar a trabalhar para que mais gente possa ter àgua e energia”, prometeu o candidato. Corrida Eleitoral
O maior partido da oposição a Renamo também estado bastante activa, nesta fase inicial da campanha, pelo menos como ficou demonstrado em Monapo, uma vila do norte de Moçambique. O seu candidato assegura que vai atacar a questão do lixo e ainda “estradas e àgua potável”. São poucos, mas parece haver sinais de que os candidatos independentes não concorrem apenas para fazer os números, especialmente em municípios como o da Beira, no centro de Moçambique. Espera-se que a corrida cujo ponto mais alto serão as terceiras eleições municipais de 19 de Novembro seja um processo sem incidentes de maior mas que nem por isso dispensa a necessidade de uma observação atenta e cuidada, antes, durante e depois da votação. Observação É aí aonde entram as tradicionais missões de observardores mas também uma iniciativa sem precedentes, à frente da qual está o Centro de Integridade Pública cujo Director Executivo é Marcelo Mosse. "Temos dois mecanismos: um foi o estabelecimento de 50 correspondentes, jornalistas que trabalham nas autarquias locais e que nos enviando mensagens em momentos específicos sobre possíveis anomalias que verifiquem ao longo da campanha e da votação” disse Mosse. O outro mecanismo são as mensagens via telefone celular, vulgo sms, e à disposição de qualquer cidadão interessado em reportar queixas sobre, por exemplo “violência política, destruição de cartazes, uso de bens públicos para a campanha." Segundo acrescentou "isto vai ser transportado para um blog e fazer parte de um relatório diário que vamos elaborar em colaboração com a AWEPA". São ao todo e segundo os dados oficiais mais recentes, 111 os candidatos e à Presidência dos 43 municípios em disputa, e para
cujas Assembleias Municipais concorrem cerca de sete mil potenciais deputados até as eleições de 19 de Novembro corrente. |
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Campanha para eleições municipais em Moçambique04 Novembro, 2008 | Notícias
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