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Médicos optimistas com 'progressos' de Ramos Horta
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Em Timor Leste as forças internacionais e timorenses estão a controlar o estado de emergência e cerca de 200 militares e policias
australianos foram enviados para o país após a tentativa de assasinato do presidente Ramos-Horta e do primeiro-ministro Xanana
Gusmão.
Ramos Horta, hospitalizado na Austrália, continua a recuperar dos ferimentos mas os médicos em Darwin mostram-se optimistas face aos "progressos" registados no estado de saúde do chefe de estado. As ruas de Dili, a capital timorense, estão a ser alvo de elevadas medidas de segurança depois de rebeldes terem tentado assassinar na segunda-feira o Presidente e Primeiro Ministro do país. Estado de emergência O governo do Timor Leste declarou o estado de emergência. O chefe de Estado interino Vicente Guterres fez uma declaração na televisão nacional dizendo que estas medidas estarão vigentes durante dois dias. Há uma forte presença das forças de segurança timorenses e internacionais que supervisionam o estado de emergência. Chegaram também ao país cerca de duzentas tropas Australianas para apoiar o actual contingente. O correspondente da BBC em Dili disse que os timorenses ainda estão em estado de choque e que o periodo de calma que se sente é frágil. O presidente timorense, Jose Ramos Horta, está internado num hospital australiano em estado grave mas em condição estável, depois de ter sido baleado na segunda feira. O primeiro ministro Xanana Gusmao escapou ileso do ataque. O comandante das forças militares de Timor Leste pediu uma investigação internacional sobre o incidente. O Presidente do país, José Ramos-Horta, está num hospital australiano em estado sério mas em condição estável, depois de ter sido baleado na segunda-feira.
O Primeiro-Ministro Xanana Gusmão escapou ileso do ataque.
Austrália atenta à situação O Primeiro-Ministro da Austrália, Kevin Rudd disse que o seu país está preparado para fornecer a assistência militar necessária. "Estamos sob direcção do governo democraticamente eleito e estou seguro de que as forças australianas estarão prontas para ajudar em qualquer operação," diz Rudd. Ana Gomes, a antiga enviada europeia para Timor-Leste disse que a comunidade internacional traiu o país esperando que se tornasse numa nação viável com instituições funcionais a curto prazo. O comandante das forças militares de Timor-Leste pediu uma investigação internacional sobre o incidente. |
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