Centro põe na internet 50 anos de imagens de primatas ameaçados

31 julho 2014 Atualizado pela última vez 06:41 (Brasília) 09:41 GMT

Universidade de Duke, nos EUA, abre acesso de 'maior e mais diversa' base de dados sobre lêmures e outras espécies anteriores ao macaco.
Estágios de vida de sifaka diademado (Foto: Scientific Data / Duke Lemur Centre)
O centro de estudos sobre lêmures da Universidade de Duke, nos EUA, disponibilizou na internet uma base de dados de 48 anos sobre a vida de 3,6 mil destes primatas. Na imagem, os estágios de vida de um sifaka diademado.
Bebê aiai sendo pesado (Foto: David Haring / Duke Lemur Centre)
Os lêmures estudados, como este bebê aiai da foto, são pesados ao longo de suas vidas. A ferramenta inclui informações de todos os estágios da vida dos animais, do nascimento até a velhice.
Jonas, o lêmur de 29 anos (Foto: David Haring / Duke Lemur Centre)
Este 'idoso' chamado Jonas tem 29 anos de idade. Ele é o mais velho lêmur-anão mantido em cativeiro na história. As cataratas são praticamente inevitáveis entre os animais com mais de 25 anos.
Amor, varecia-preto-e-branco (Foto: David Haring / Duke Lemur Centre)
Um queridinho da equipe do centro era Amor, um varecia-preto-e-branco (um dos maiores tipos de lêmures). Amor nasceu em 1981 e foi pai de gêmeos cinco dias antes da sua morte, aos 32 anos, em maio de 2013.
Lêmures bebês (Foto: Scientific Data / Duke Lemur Centre)
Além de lemuroides, o centro reúne informações de primatas que antecedem os macacos e os símios, como lóris e gálagos - todos da família Strepsirrhini. Nas imagens, exemplos de bebês lêmures.
Lêmur-preto-de-olho-azul fêmea (Foto: David Haring / Duke Lemur Centre)
Os lêmures-pretos-de-olhos-azuis (apenas os machos ficam pretos, por volta de oito semanas de idade) estão ameaçados de extinção. Esta é uma das duas únicas fêmeas reprodutoras na América do Norte – ambas vivem no centro de Duke para os lêmures.
Família de lêmures-pretos-de-olhos-azuis (Foto: David Haring / Duke Lemur Centre)
Aqui, uma família de lêmures-pretos-de-olhos-azuis. O macho faz acrobacias enquanto a fêmea carrega o bebê, cujo pelo preto ainda está começando a aparecer.
Drusilla, uma fêmea de sifaka de Coquerel, e Aemelia, pulando (Foto: David Haring / Duke Lemur Centre)
O sifaka de Coquerel é uma espécie ameaçada de lemuroides. O centro da Universidade de Duke cuida de todos os 60 sifaka de Coquerel em cativeiro de que se tem conhecimento. Eles podem saltar 10 metros em um único salto, como demonstra a fêmea Drusilla nesta foto. Ela carrega nas costas a pequena Aemelia.
Elphaba, um aiai bebê (Foto: David Haring / Duke Lemur Centre)
A foto mostra Elphaba, um aiai bebê nascido em novembro de 2011. Essa foi a primeira vez que ele foi colocado no ninho, em fevereiro de 2012, pesando cerca de 650g.
Mãe lêmur-de-cauda-anelada e gêmeos (Foto: David Haring / Duke Lemur Centre)
Esta foto mostra Lulu e Willow, um par de gêmeos de lêmur-de-cauda-anelada (aqui, pendurados na cauda da mãe Sprite) nascido em março de 2014. Reunida, a população do Duke Lemur Centre é a maior coleção do mundo sobre estes primatas ameaçados de extinção.