Trajetória do Futurismo Italiano é tema de mostra em NY

21 fevereiro 2014 Atualizado pela última vez 10:14 (Brasília) 13:14 GMT

Iniciado na literatura, corrente se expandiu para pintura e escultura, fotografia, cinema, publicidade, moda, teatro e outras manifestações.
Iniciado na literatura, corrente se expandiu para pintura e escultura, fotografia, cinema, publicidade, moda, teatro e outras manifestações
A mostra 'Italian Futurism, 1909-1944: Reconstructing the Universe' ('Futurismo Italiano, 1909-1944: Reconstruindo o Universo', em tradução livre), em cartaz no museu Guggenheim, em Nova York, traça a trajetória do movimento. Esta obra, La Mano del Violinista (I Ritmi dell'Archetto), de 1912, é de Giacomo Balla, uma das figuras centrais do Futurismo. (Foto: © 2014 Artists Rights Society (ARS), New York/SIAE, Rome)
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Considerado um dos movimentos de vanguarda mais importantes da Europa no século 20, o Futurismo promovia a modernidade e a insurgência. A indústria nascente, as máquinas e a velocidade das metrópoles inspiravam obras como Elasticità, pintada por Umberto Boccioni em 1912. (Foto: Luca Carrà © Museo del Novecento, Comune di Milano – all legal rights reserved)
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A exposição reúne mais de 360 obras de 80 artistas, algumas expostas pela primeira vez fora da Itália. Um dos fundadores do Futurismo, Umberto Boccioni logo se tornou o mais importante escultor do movimento. Uma de suas obras mais conhecidas é Forme Uniche della Continuità nello Spazio ('Formas Únicas de Continuidade no Espaço'), esculpida originalmente em gesso, em 1913, com versões póstumas fundidas em bronze, após a morte do artista, como esta de 1949. (Foto:Art Resource, New York © The Metropolitan Museum of Art)
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Expostas em ordem cronológica, as obras traçam a trajetória do movimento desde seu surgimento, em 1909, com a publicação do primeiro manifesto futurista de Filippo Tommaso Marinetti no jornal francês "Le Figaro", até o fim da Segunda Guerra Mundial. Velocità Astratta + Rumore, de 1913-14, é uma das obras de Giacomo Balla em exposição. (Foto: © 2014 Artists Rights Society (ARS), New York/SIAE, Rome, Foto: Courtesy Solomon R. Guggenheim Foundation, New York)
Iniciado na literatura, corrente se expandiu para pintura e escultura, fotografia, cinema, publicidade, moda, teatro e outras manifestações
Iniciado como movimento literário, o futurismo logo se expandiu para englobar não apenas pintura e escultura, mas fotografia, cinema, publicidade, moda, música, teatro, arquitetura, cerâmica e outras manifestações, dentro do conceito de “obra de arte total”. Acima, L'Arte dei Rumori: Manifesto Futurista, escrito por Luigi Russolo em 1913. (Foto: Com permissão dos herdeiros do artista, Foto: Courtesy Wolfsoniana-Fondazione Regionale per la Cultura e lo Spettacolo, Genoa)
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A mostra engloba as diversas linguagens artísticas adotadas pelos adeptos do Futurismo, que tinham entre seus objetivos abolir o passado e promover a modernização, romper com noções existentes de espaço e tempo e colocar o espectador no centro da obra. Entre os principais nomes do movimento está Carlo Carrà, autor de Manifestazione Interventista, de 1914. (Foto: © 2014 Artists Rights Society (ARS), New York/SIAE, Rome, Foto: Courtesy Solomon R. Guggenheim Foundation, New York)
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A curadora da mostra, Vivien Greene, observa que o Futurismo costuma ser dividido em duas fases. O chamado “Futurismo Heróico”, que durou até por volta de 1916, é o mais conhecido do público. Acima, Grande Folla in Piazza del Popolo, de Francesco Cangiullo, em 1914. (Foto: © 2014 Artists Rights Society (ARS), New York/SIAE, Rome)
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Segundo a curadora, a segunda fase do movimento, a partir do fim da Primeira Guerra Mundial até o início dos anos 1940, é menos conhecida, em parte por sua associação com o Fascismo. Treno in Corsa, de Ivo Pannaggi, é de 1922. (Foto: Courtesy Fondazione Cassa di Risparmio della Provincia di Macerata)
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Nos anos que se seguiram à chegada ao poder de Benito Mussolini, em 1922, o Futurismo floresceu, com a entrada de novos artistas em cena e a permanência de nomes já consagrados, como Fortunato Depero, autor de Mangiatori di Cuori, de 1923. Um dos nomes mais prolíficos do movimento, Depero se destacou também no design gráfico e na publicidade. (Foto: © 2014 Artists Rights Society (ARS), New York/SIAE, Rome, Foto: Vittorio Calore)
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Enrico Prampolini fundou o Théâtre de la Pantomine Futuriste (Teatro da Pantomima Futurista) em 1926, com a bailarina e coreógrafa Maria Ricotti, quando morava em Paris. Acima, um programa da companhia.(Foto: Com permissão dos herdeiros do artista, Foto: Jean-Daniel Chavan)
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Nos anos 1930, uma nova geração de fotógrafos futuristas explorava a fusão da tecnologia fotográfica com outras formas de arte, como dança, pintura e performances. Fotógrafos como Filippo Masoero desenvolveram novos conceitos de espaço ao fotografar cidades italianas a bordo de um avião, em imagens como esta, Scendendo su San Pietro. (Foto: Touring Club Italiano Archive)
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O artista e designer Gerardo Dottori criou esta sala de jantar Futurista para a família de Guido Cimino, em Roma, no início dos anos 1930. (Foto: © 2014 Artists Rights Society (ARS), New York/SIAE, Rome, Foto: Daniele Paparelli, Courtesy Archivi Gerardo Dottori, Perugia, Italia)
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Escritora e pintora, Benedetta (Benedetta Cappa Marinetti) era casada com Marinetti. A obra acima é uma das cinco feitas por ela entre 1933 e 1934 para decorar a sala de reuniões dos Correios da cidade de Palermo. Esta é a primeira vez que as obras são vistas fora da Itália. (Foto: © Benedetta Cappa Marinetti, used by permission of Vittoria Marinetti and Luce Marinetti's heirs, Foto: AGR/Riccardi/Paoloni)
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O culto dos futuristas à máquina mudou o foco do automóvel para o avião nos anos 1930. Considerada a “encarnação final” do Futurismo, a Aeropintura foi impulsionada pela popularidade e significado nacionalista da aviação na Itália na época. Esta obra de Tullio Crali, de 1939, mostra uma paisagem geométrica vista de cima em termos realistas. (Foto: © 2014 Artists Rights Society (ARS), New York/SIAE, Rome, Foto: Claudio Marcon, Udine, Civici Musei e Gallerie di Storia e Arte)