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Jovens contam como suas vidas no Rio mudaram com o passinho

9 maio 2013 Atualizado pela última vez 12:52 (Brasília) 15:52 GMT

Pablo Henrique dançando em escadaria (BBC)
O passinho mistura estilos como funk, break, samba, frevo e forró

O passinho, um tipo de dança que que se disseminou nas redes sociais no Rio de Janeiro, ganhou tanta projeção que será tema de documentário e de um musical na capital fluminense.

A BBC Brasil acompanhou a rotina de dois jovens de favelas do Rio que participam de disputas informais entre praticantes da dança - uma mistura de estilos como funk, break, samba, frevo e forró - e perguntou a eles como o passinho influencia suas vidas.

Pablo Henrique Gonçalves Machado, o Pablinho, de 20 anos, morador da favela da Rocinha, diz que o passinho traz uma “energia boa” que o ajuda a ficar afastado das drogas. Já Artur Bispo, de 18 anos, morador do Morro do Vidigal, destaca a diversão que a dança lhe proporciona com os amigos.

Os dois foram entrevistados em abril antes de uma competição entre dançarinos, chamada Batalha do Passinho, no Vidigal.

Disputas informais entre dançarinos em bailes funk foram formalizadas em 2011 na primeira Batalha, realizada em quatro comunidades do Rio.

A edição deste ano cresceu: nos últimos dois meses, 256 jovens dançarinos competiram em 16 favelas cariocas em duelos para chegar aos quatro finalistas. Eles vão se apresentar na final no próximo dia 18, no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo.

Filmagem e edição: Moisés Zeferino