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Observatório Europeu faz 50 anos e divulga imagens do universo

Atualizado em  8 de outubro, 2012 - 05:01 (Brasília) 08:01 GMT

Imagens do Observatório Espacial Europeu

  • Foto: ESO/T. Preibisch
    Imagem feita a partir de 200 horas de exposição mostra a região entre as constelações de Sagitário e Escorpião. A foto é um mosaico feito a partir de 1,2 mil exposições desta área do espaço. Foto: ESO/T. Preibisch
  •  Foto: ESO
    Essa é a nebulosa de Hélix captada por uma câmera astronômica acoplada ao telescópio ESO, no Chile. A cor azulada é resultado da exposição de átomos de oxigênio à radiação ultravioleta de uma estrela e ao calor de seus gases. Foto: ESO
  •  Foto: ESO
    Este rosto fantasmagórico é formado pelo aglomerado estelar NGC 2467 e região ao redor, ao sul da constelação de Puppis. O local é considerado um berçário de estrelas. Foto: ESO
  • Foto: ESO
    As observações do instrumento FORS2 captaram essa explosão de uma supernova a cerca de 6 mil anos-luz - que teria acontecido no ano de 1054. A cor verde é produzida por hidrogênio, o azul, por elétrons energizados. Foto: ESO
  • Foto: ESO
    O FORS2 também compôs esta imagem da nebulosa "Cabeça de Cavalo" e suas regiões adjacentes. Para formar a foto acima, três imagens foram fundidas. O telescópio Kuyen funciona em Paranal, no Chile. Foto: ESO
  • Picture: ESO
    A região NGC 2264 aparece ao lado das "bolhas" azuis do agrupamento estelar conhecido como "Árvore de Natal". A imagem foi criada com dados obtidos por meio de quatro diferentes filtros do telescópio ESO. Foto: ESO
  • Foto: EPA/ESO
    Esta é a fábrica de estrelas batizada de Nebulosa Trifurcada. O local será berço de novas estrelas no futuro. A imagem foi capturada no observatório de La Silla, no Chile. Foto: EPA/ESO
  • Foto: ESO
    Este é o sul da região conhecida pelos cientistas como N44 H II, localizada na Grande Nuvem de Magalhães; a cor verde indica a existência de altas temperaturas. Foto: ESO
  • Foto: ESO
    A galáxia espiral NGC 253 fica a 13 milhões de anos-luz da Terra. Esta imagem foi capturada um instrumento do telescópio de La Silla, no Chile. Foto: ESO
  • Foto: ESO
    O panorama espetacular mostra as imediações da estrela Wolf-Rayet, WR 22, na nebulosa de Carina (dir.) e da estrela Eta Carinae (esq.). A imagem também foi composta a partir de La Silla, no Chile. Foto: ESO
  • Foto: ESO
    Observações desta galáxia, a NGC 4945, indicam que ela é bastante parecida com a Via Láctea, com seus braços espirais luminosos e um centro em forma de barra. Os locais em rosa claro são onde nascem novas estrelas. No centro, provavelmente, se encontra um enorme buraco negro. A NGC 4945 fica na constelação de Centauro, a 13 milhões de anos-luz. Foto: ESO
  • Foto: ESO
    Esta imagem espetacular da galáxia NGC 1232 foi capturada em 21 de setembro de 1998, durante um período de boas condições de observação. Na área central estão estrelas mais velhas, enquanto os braços do espiral contêm estrelas novas, de cor azulada, além de berçários. Foto: ESO

50 anos observando as estrelas

O ESO (Observatório Europeu do Sul) foi criado em 1962 para mapear algumas das regiões mais distantes do universo.

Para comemorar seu aniversário de 50 anos, a instituição divulgou fotos que marcaram sua atuação. Nelas, é possível ver algumas das mais espetaculares imagens espaciais captadas pelos telescópios do ESO no sul do Chile nas últimas décadas.

O complexo do observatório inclui os telescópios NTT (sigla de Novo telescópio Tecnológico), VLT (Telescópio Muito Grande), ALMA (Telescópio do Atacama) e E-ELT (Telescópio Europeu Extremamente Grande).

As imagens abrangem a Via Láctea, galáxias distantes, nebulosas, possíveis buracos negros, entre elementos do espaço.

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