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Cientistas analisam populações de focas há 60 anos em ilhas da Grã-Bretanha

Atualizado em  27 de outubro, 2011 - 13:56 (Brasília) 15:56 GMT

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Filhotes são marcados com tinta para análise de hábitos e dieta.

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Cientistas britânicos comemoram no mês de outubro os 60 anos do início dos estudos de populações de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha.

A pesquisa, que começou na década de 1950, continua com uma equipe de supervisores do National Trust, a entidade que cuida de conservação ambiental e de construções históricas da Grã-Bretanha.

David Steel, chefe dos supervisores do National Trust, vive e trabalha nas ilhas nove meses por ano e conta que o trabalho que começou em 1951 foi pioneiro.

"Quando o trabalho começou, se sabia pouco sobre as focas, sua biologia, e nem mesmo sobre o que elas comiam", disse.

Filhote de foca das Ilhas Farne (BBC)

Filhotes são marcados com várias cores enquanto crescem

O supervisor conta que sua equipe de cinco pessoas visita a colônia de focas a cada três ou quatro dias.

"Um chama a atenção da fêmea enquanto outro marca o filhote com tinta. A cada quatro dias, voltamos e mudamos a cor da tinta que marca os filhotes."

"Com isso, no meio de novembro, temos filhotes de foca com várias cores de tinta. Os supervisores então podem acompanhar a história de vida de cada filhote marcado", afirmou.

Steel disse que eles já descobriram muito sobre a vida das focas da ilha, com a ajuda da tinta e de rastreadores colocados nos animais.

Com estes aparelhos eles descobriram para onde as focas vão quando saem das ilhas e a dieta dos animais, algo muito importante para ajudar na proteção da região e de outros lugares do Mar do Norte que são frequentados por estas focas.

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