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O mundo secreto das gangues japonesas

Atualizado em  6 de setembro, 2011 - 12:15 (Brasília) 15:15 GMT

O mundo secreto das gangues japonesas

  • O fotógrafo belga Anton Kusters passou dois anos com uma das mais notórias gangues Yakuza do Japão, conhecidas por seu estrito código de honra, sua brutalidade e suas tatuagens. (© anton kusters | www.antonkusters.com)
  • Após meses de longas negociações, Kusters conseguiu ganhar a confiança da gangue e fotografar o mundo do crime organizado. (© anton kusters | www.antonkusters.com)
  • A polícial do Japão estima que em 2009 havia 80.900 gangues do tipo, cujas atividades incluem tráfico de drogas, extorsão e apostas ilegais. (© anton kusters | www.antonkusters.com)
  • Os integrantes são unidos por um código moral rigoroso e impiedoso. Para demonstrar a sinceridade de um pedido de desculpas, alguns membros talham a ponta dos dedos da mão. (© anton kusters | www.antonkusters.com)
  • Os que são aceitos em uma Yakuza recebem treinamentos em luta corporal e ioga – sempre em locais secretos. (© anton kusters | www.antonkusters.com)
  • Outra marca das gangues são as elaboradas tatuagens, que eles raramente mostram em público. Normalmente, elas são feitas usando uma técnica e dolorosa coma agulha e tinta. (© anton kusters | www.antonkusters.com)
  • Yakuzas em diferentes partes do Japão têm suas próprias tatuagens. Em Tóquio, geralmente elas são feitas nos braços e costas. (© anton kusters | www.antonkusters.com)
  • Tanto homens quanto mulheres fazem tatuagens. (© anton kusters | www.antonkusters.com)
  • Tradicionalmente, membros das gangues se encontram em saunas, onde eles podem revelar suas pinturas corporais e garantir que ninguém esteja portando armas. (© anton kusters | www.antonkusters.com)
  • As imagens de Anton foram publicadas em um livro e no seu website (© anton kusters | www.antonkusters.com)

O fotógrafo belga Anton Kusters revela em fotos raras o submundo de uma das mais notórias gangues Yakuza do Japão, onde a brutalidade e os rigorosos códigos de conduta são lei.

Após meses de longas negociações, Kusters conseguiu ganhar a confiança da gangue e fotografar o mundo do crime organizado.

A Agência Policial do Japão estima que em 2009 havia 80.900 gangues do tipo no país, cujas atividades incluem tráfico de drogas, extorsão e apostas ilegais.

As imagens de Anton foram publicadas em um livro e no seu website (© anton kusters | www.antonkusters.com).

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