Um grupo de direitos humanos em Cuba afirma que um dissidente político morreu, cinquenta dias depois de uma greve de fome.
Um porta-voz da Comissão de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional de Cuba disse que Wilmar Villar morreu em um hospital aos 31 anos.
Ele estava doente há vários dias. A Comissão culpa o governo cubano pela morte do ativista.
Villar estava em greve de fome em protesto contra a sentença de quatro anos de prisão que recebeu por ter participado de uma manifestação pública na cidade de Contramaestre em novembro.