Promotores alemães dizem ter encontrado evidências de que um grupo de extremistas de extrema-direita matou dez pessoas - oito homens de origem turca, um cidadão grego e uma policial alemã.
A polícia teria encontrado a arma utilizada para matar as vítimas, que eram, em sua maioria, donas de pequenos negócios e receberam tiros no rosto à luz do dia.
Os assassinatos foram cometidos em diversas cidades alemãs entre 2000 e 2006.
Dois suspeitos - que acredita-se estarem ligados a grupos de extrema-direita - foram encontrados mortos na última semana.
Os procuradores também afirmam que uma mulher que conhecia os dois homens se entregou na última terça-feira, mas não quer cooperar com a investigação.