O governo de Israel informou que vai adiar o aumento que planejava para o preço da gasolina para tentar enfrentar os maiores protestos populares das últimas décadas no país.
Centenas de milhares de pessoas protestaram nas ruas do país nas últimas duas semanas contra o crescente custo de vida, especialmente contra o aumento dos combustíveis, dos preços de habitação e serviços básicos.
O primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, determinou que uma equipe vai analisar as reivindicações dos manifestantes.
Mas, Netanyahu também alertou para que não sejam usadas soluções temporárias.