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Atualizado às: 09 de setembro, 2007 - 13h37 GMT (10h37 Brasília)
 
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Brasil e China fecham acordo em áreas estratégicas
 

 
 
Fábrica de etanol
Acordo prevê cooperação na área de biocombustíveis
O Brasil e a China assinaram neste domingo em Xiamen um acordo para promover investimentos em áreas estratégicas.

O protocolo de intenções entra em vigor imediatamente e estabelece cooperação sino-brasileira para desenvolver iniciativas nos setores de biocombustíveis, infra-estrutura, transporte marítimo, recursos minerais, tecnologias de informação e telecomunicações, capital de investimento (venture capital) e fundos de gestão (private equity).

"A nossa relação com a China vai se intensificar enormemente. Precisamos chegar com força total na Ásia e este é apenas o primeiro passo", ambiciona Alessandro Teixeira, presidente da APEX (Agência de Promoção de Exportações e
Investimento).

O pacto foi assinado pelas agências estatais brasileira e chinesa de promoção de investimentos, APEX e CIPA (China Investment Promotion Agency).

O documento prevê a criação de um cronograma de trabalho com metas para captação de investimentos junto à iniciativa privada e ao governo a partir de 2008.

O acordo ainda inclui ações de parceria na organização de seminários e participações em feiras para divulgar oportunidades de investimento nos dois países.

Feira de investimentos

O compromisso foi firmado durante a Feira Internacional de Investimentos e Exportações da China (CIFIT).

O evento é um dos maiores do mundo neste segmento e conta com o apoio da ONU através da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e da Organização para Desenvolvimento Industrial (UNIDO).

Durante a feira acontece um fórum sobre políticas de capital estrangeiro e estratégias de investimento internacional na China, além de uma série de seminários sobre assuntos relacionados.

O Brasil participa do evento com uma delegação do ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), liderada pelo secretário executivo Ivan Ramalho.

 
 
YuanEconomia
Para brasileiros, negócios da China são raros.
 
 
SojaExportações
Para chineses, falta de dados sobre Brasil dificulta comércio.
 
 
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