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Estudioso do Corão prevê destruição dos EUA por tsunami em 2007, diz jornal | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal israelense Jerusalem Post publica nesta terça-feira reportagem sobre um estudioso do Corão que afirma que o livro sagrado do islamismo prevê a destruição dos Estados Unidos em 2007 por um tsunami. Segundo o jornal, o acadêmico palestino Ziad Silwadi afirma ter chegado a esta conclusão após uma "profunda análise do Corão" e diz que o tsunami que atingiu a Ásia no final do ano passado "foi um pequeno ensaio do que espera os Estados Unidos em 2007". O Jerusalém Post afirma ainda que o estudo "tem chamado a atenção de milhões de muçulmanos em todo o mundo", ainda que seu autor "não seja um estudioso de renome internacional". Mas Silwadi decidiu divulgar suas conclusões por temer os efeitos que a destruição dos Estados Unidos teria sobre a economia mundial, afirma o jornal. Golpe político O jornal argentino Página 12 estampa em sua capa a decisão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não renovar o acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). "Decidido a dar um golpe político com vistas à sua reeleição, Lula assegurou que seu governo 'caminhará com as próprias pernas'", afirma o jornal. O diário de Buenos diz que "soa estranho" o fato de que "um presidente de um grande país latino-americano altamente endividado, algumas vezes chamado de esquerdista, anuncia com o maior barulho que está se libertando do odiado FMI e, tanto do Fundo como de Washington, lhe dão parabéns pela decisão". Mas observa que isso explica pelo fato de que o Brasil continua honrando o pagamento de suas dívidas e "não existe nenhum sinal de que o governo Lula tenha em mente abandonar a política monetária e fiscal que sugerem os organismos" (como o FMI). Já o Clarín, também de Buenos Aires, diz que a decisão brasileira pode "influir as negociações entre a Argentina e o FMI" em um momento em que o Fundo parece ter endurecido um pouco sua posição em relação ao país vizinho. Encontro latino Lula também é citado em reportagem do jornal americano The Christian Science Monitor sobre o encontro desta terça-feira entre o presidente brasileiro, seus colegas da Venezuela, Hugo Chávez, e da Colômbia, Álvaro Uribe, e o primeiro-ministro da Espanha, José Luiz Zapatero. "Líderes latinos tentam dissipar tensões", diz o título da reportagem, afirmando que o comportamento de Hugo Chávez tem preocupado vários governos de países vizinhos. No alto da agenda, segundo o jornal, devem estar as planejadas compras de armas pelo governo venezuelano. Na Espanha, o El Mundo diz que os Estados Unidos expressaram a Zapatero sua "preocupação" com a possível venda de aviões militares espanhóis para a Venezuela e, em editorial, diz que a "aposta" em Hugo Chávez é "equivocada". Software livre, florestas nem tanto O The New York Times diz que o Brasil é o "maior e melhor amigo do software livre". "Desde que tomou posse, dois anos atrás, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva transformou o Brasil em um posto avançado tropical do movimento do software livre", diz o texto. A reportagem afirma que, depois de incentivar o uso destes programas em órgãos públicos, agora o governo está procurando "levar a campanha a favor do software livre para as masas, e mais uma vez a Microsoft pode ser deixada de lado". A matéria fala do programa PC Conectado, cujo objetivo é ajudar pessoas de baixa renda a comprar seu primeiro computador. Na Grã-Bretanha, o The Independent publica uma reportagem de duas páginas sobre o caso do assassinato da freira americana Dorothy Stang. Segundo o texto, a morte da religiosa americana "é um lembrete de que os benefícios das florestas do Brasil sobrepujam a vontade política de preservá-las". |
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