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Servidores públicos irão depor em caso contra Sarah Palin
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Um grupo de sete funcionários do governo do Alasca irá testemunhar no caso de suspeito abuso de poder por parte da governadora
do Estado e candidata a vice-presidente dos Estados Unidos pelo Partido Republicano, Sarah Palin.
Conhecido como Troopergate, o caso investiga a acusação de que Palin teria cometido abuso de poder ao demitir o chefe da Segurança Pública do Alasca depois que este se recusou a demitir o cunhado de Palin, um agente de polícia que estava se divorciando da irmã da governadora. Os sete funcionários haviam se recusado a prestar depoimento perante o Conselho Legislativo do Alasca, mas mudaram de opinião e irão depor no dia 10 de outubro, quando o investigador Steve Branchflower irá apresentar o caso. Palin nega as acusações de abuso de poder e afirma que a decisão de demitir o agente e ex-cunhado Mike Wooten foi feita considerando as prioridades do orçamento do Estado. Política partidária Na última sexta-feira, um juiz no Alasca rejeitou uma ação apresentada por legisladores republicanos que acusava o Conselho de abusar de sua autoridade ao pedir a abertura da investigação. Segundo o juiz Peter Michalski, "investigar a demissão de um oficial público está legitimamente dentro do escopo de poder de investigação do órgão". Políticos republicanos afirmam que a investigação, que começou antes da nomeação de Palin a vice na chapa de McCain, acabou sendo comprometida por razões políticas. O advogado dos cinco legisladores que tentaram apresentar a ação contestando a investigação afirmou que o momento e a maneira como o caso foi aberto "violam o direito afirmativo individual e constitucional de um tratamento justo". Campanha Ainda não está claro se Sarah Palin e seu marido, Todd Palin, irão prestar depoimento no caso. Alguns analistas afirmam que a investigação pode prejudicar a campanha do candidato republicano à Presidência, John McCain. A notícia sobre o testemunho dos funcionários públicos acontece depois de um final de semana de intensos ataques entre as campanhas de Barack Obama e John McCain. Durante um discurso no Colorado no domingo, Sarah Palin acusou o candidato democrata de ligação com grupos "terroristas". Ela se referiu à relação de Obama com William Ayers, um dos fundadores do grupo Weather Underground, que lançou uma campanha violenta contra a guerra do Vietnã e foi acusado por uma série de explosões nos EUA na década de 60. Obama rejeitou as acusações e acusou o rival de querer se concentrar em "calúnias pessoais" em vez de se concentrar em assuntos de campanha. Em um comício na Carolina do Norte, o democrata disse que McCain está ignorando a atual crise financeira global e se concentrando em ataques 'desonrosos' contra ele. |
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