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China pede estabilidade e reconciliação em Mianmar | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, disse que seu país espera que a estabilidade em Mianmar (a antiga Birmânia) possa ser restaurada de forma pacífica o mais rápido possível, e que todas as partes trabalhem para promover a reconciliação e a democracia. A declaração deste sábado, feita após conversa por telefone com o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, foi a mais forte manifestação do aliado mais próximo do governo de Mianmar pelo fim da repressão violenta ao movimento pró-democracia no país. O representante da União Européia para política externa, Javier Solana, pediu à China que coloque mais pressão sobre Mianmar. Em uma entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag, Solana disse que todos os países com influência em decisões do governo militar de Mianmar deveriam agir agora. Passeatas Neste sábado foram realizados atos públicos e passeatas em várias cidades do mundo pedindo o fim da repressão ao movimento pró-democracia em Mianmar. Em Bruxelas, na Bélgica, centenas de pessoas portavam rosas amarelas - cor que simboliza o movimento em Mianmar - e ouviram uma mensagem enviada pela líder da oposição no país, que está detida, Aung San Suu Kyi. Também ocorreram manifestações semelhantes em Paris, Berlim e Amsterdã, entre outras cidades. |
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