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Política 'antigay' do Pentágono já custou US$ 200 milhões, diz relatório | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um relatório do Congresso dos Estados Unidos estima que a política do Pentágono (Departamento de Defesa americano) para militares homossexuais custou ao país mais de 200 milhões de dólares nos últimos dez anos. Segundo o documento, 9,5 mil militares, entre homens e mulheres, foram dispensados por causa de má conduta relacionada a comportamento homossexual nesse período. Cerca de 8% desse grupo tinham funções estratégicas, como serviços de informação e intérpretes de idiomas como o árabe e o farsi, falado no Irã. Os críticos da política de Washington dizem que o relatório mostra que as restrições a homossexuais está prejudicando os esforços do Pentágono para recrutar militares. "Está mais evidente do que nunca que, enquanto nós empreendemos uma guerra global contar o terrir e enfrentamos tremenda falta de pessoal, que a política "Não pergunte, não conte" está minando nossa prontidão militar", disse o congressista democrata Martin Meehan à agência de notícias Reuters. Meehan, um dos democratas que encomendaram o relatório sobre o impacto na política nas operações do Pentágono, disse que vai encaminhar um projeto de lei na semana que vem para acabar com as restrições. A política atual foi instituída em 1993 pelo então presidente Bill Clinton, com a intenção de aliviar o banimento total de homossexuais que vigorava nas Forças Armadas. |
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