Em imagens: A vida no Rio Amarelo

29 junho 2013 Atualizado pela última vez 18:57 (Brasília) 21:57 GMT

O artista chinês Zhang Kechun passou dois anos fotografando das margens do Rio Amarelo, o segundo maior do país.
O artista chinês Zhang Kechun passou dois anos fotografando as margens do Rio Amarelo. Foto: Zhang Kechun
Baseado em Chengdu, na província chinesa de Sichuan, o artista Zhang Kechun passou dois anos fotografando das margens do Rio Amarelo. Acima, nadadores seguram um retrato de Mao Tsé-tung enquanto cruzam o rio na província de Henan.
O artista chinês Zhang Kechun passou dois anos fotografando as margens do Rio Amarelo. Foto: Zhang Kechun
Kechun diz que se inspirou para começar o projeto ao ler o romance "Rio do Norte", de Zhang Chengzhi, autor muçulmano popular na China. Na foto, um homem supervisiona obras nas margens do rio na província de Ningxia.
O artista chinês Zhang Kechun passou dois anos fotografando as margens do Rio Amarelo. Foto: Zhang Kechun
"É um rio! Não importa se ele serpenteia ou segue reto em frente; se está cheio ou seco; se corre rapidamente ou vagarosamente; se é animado ou tranquilo; e é majestoso ou elegante; se é simples ou magnífico; se tem brilho ou escuridão; se é colorido ou melancólico; se ele é somente é imaginação e realidade, ele sempre abarca as vidas e os destinos das pessoas, sua alegria e tristeza, sua fé e hesitação", diz Kechun. Acima, a construçao de uma ponte ferroviária em Shaanxi.
O artista chinês Zhang Kechun passou dois anos fotografando as margens do Rio Amarelo. Foto: Zhang Kechun
O Rio Amarelo ou Huang He é o segundo maior rio da China, depois do rio Yang-Tsé, ou Rio Azul. Ele é também o sexto maior rio do mundo. Acima, pessoas se divertem sob uma ponte em Shandong.
O artista chinês Zhang Kechun passou dois anos fotografando as margens do Rio Amarelo. Foto: Zhang Kechun
Recentemente, o rio já esteve sujeito a altos níveis de poluição, uma "epidemia" de corpos flutuantes, enchentes e secas severas. Na imagem acima, rochas podem ser vistas no leito de uma parte seca do rio, na província de Shandong.
O artista chinês Zhang Kechun passou dois anos fotografando as margens do Rio Amarelo. Foto: Zhang Kechun
Autoridades dizem que, em média, 100 cadáveres são encontrados flutuando no leito do rio a cada ano. No entanto, o governo afirma que eles não afetam a qualidade da água. Na foto, pessoas relaxam nas margens do rio na província de Shanxi.
O artista chinês Zhang Kechun passou dois anos fotografando as margens do Rio Amarelo. Foto: Zhang Kechun
O Rio Amarelo é chamado assim por receber grandes quantidades de areia amarela, o que frequentemente causa assoreamentos. Ocasionalmente, bancos de areia se transformam em milhares de quilômetros de terra própria para o cultivo. Na foto, um homem coordena o bombeamento de água do rio na província de Ningxia.
O artista chinês Zhang Kechun passou dois anos fotografando as margens do Rio Amarelo. Foto: Zhang Kechun
Entre as diversas formas de cruzar o rio, uma das mais populares são as gôndolas como a que aparece sobre a água nesta foto, tirada na província de Shaanxi.
O artista chinês Zhang Kechun passou dois anos fotografando as margens do Rio Amarelo. Foto: Zhang Kechun
As fotos de Kechun registram a vida cotidiana e também momentos extraordinários como a visão de uma cabeça de Buda gigante em um pátio de carvão na província de Ningxia.
O artista chinês Zhang Kechun passou dois anos fotografando as margens do Rio Amarelo. Foto: Zhang Kechun
Na imagem acima, um homem fotografa outro, que posa diante de uma usina que fica na margem do rio na província de Gansu. Todas as fotos são cortesia de Zhang Kechun.