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Em imagens: A obra do vencedor do 'Nobel da arquitetura'

Atualizado em  20 de março, 2013 - 11:04 (Brasília) 14:04 GMT

Em imagens: Prêmio Pritzker de Arquitetura

  • Toyo Ito é o vencedor do prêmio Pritzker 2013
    O arquiteto japonês Toyo Ito foi anunciado como o homenageado com o prêmio Pritzker de 2013, conhecido como o "Nobel da arquitetura". Acima, o Museu de Arquitetura Toyo Ito, em Imabari, Japão.
  • Toyo Ito é o vencedor do prêmio Pritzker 2013.
    O objetivo do prêmio anual é homenagear arquitetos vivos cujos projetos realizados demonstram uma combinação de talento, visão e comprometimento, que produziu contribuições consistentes e significativas para a humanidade. Na foto, a Biblioteca de Artes Universitária Tama, que ele projetou em Tóquio.
  • Toyo Ito é o vencedor do prêmio Pritzker 2013.
    Descrevendo Ito como "um criador de edifícios atemporais", os jurados da premiação escolheram o arquiteto porque ele "inclui em seus projetos uma dimensão espiritual e pela poética que transcende todos os seus trabalhos".
  • Toyo Ito é o vencedor do prêmio Pritzker 2013.
    Domo em Odate, no Japão. Durante toda a sua carreira, Ito conseguiu produzir um trabalho que combina inovação conceitual com prédios bem executados.
  • Toyo Ito é o vencedor do prêmio Pritzker 2013.
    Hall municipal em Gifu, Japão. Em 40 anos, Ito projetou bibliotecas, casas, teatros, parques, lojas, escritórios, edifícios e pavilhões, cada vez buscando estender as possibilidades da arquitetura.
  • Toyo Ito é o vencedor do prêmio Pritzker 2013.
    Estádio em Kaohsiung, Taiwan. Ito ganhou diversos prêmios internacionais, incluindo o 22º Prêmio Imperial em Homenagem ao Príncipe Takamatsu, em 2010, a Medalha Dourada Real do Real Instituto de Arquitetos Britânicos, em 2006, e o Leão de Ouro pelo Conjunto da Obra na Mostra Internacional da 8ª Bienal de Veneza.
  • Toyo Ito é o vencedor do prêmio Pritzker 2013.
    Na foto, o Museu de Arquitetura Toyo Ito, em Imabari, Japão. O arquiteto de 71 anos, cujo escritório fica em Tóquio, começou trabalhando no escritório Kiyonori Kikutake e Associados depois de se formar na Universidade de Tóquio, em 1965. Em 1971, ele criou seu próprio escritório e o chamou de Robô Urbano (Urbot, na sigla em inglês). Em 1979 ele mudou o nome para Toyo Ito e Associados.
  • Toyo Ito é o vencedor do prêmio Pritzker 2013.
    Acima, o Centro de Artes Performáticas Matsumoto, em Nagano, Japão. "A arquitetura é comprometida por uma série de restrições sociais. Tenho feito arquitetura tendo em mente que seria possível pensar em espaços mais confortáveis se nos livrarmos ao menos um pouco das restrições", disse Ito, ao receber o prêmio.
  • Toyo Ito é o vencedor do prêmio Pritzker 2013.
    "No entanto, quando um edifício é terminado, eu me torno dolorosamente consciente das minhas próprias limitações e isso se transforma em energia para desafiar o próximo projeto", afirmou o arquiteto. Acima, o Teatro Púlico Za-Koenji, em Tóquio.
  • Toyo Ito é o vencedor do prêmio Pritzker 2013.
    Pavilhão da Galeria Serpentine, em Londres. "Toyo Ito, sua conduta, método e generosidade de espírito para com a nova geração de arquitetos, assim como o brilhantismo da inovação constante e execução de seu trabalho ao longo de sua carreira notável, são qualidades que os arquitetos mais novos deveriam estudar", disse o presidente do júri, Lord Palumbo. Todas as fotos foram cedidas por Toyo Ito e Associados/Pritzker.

Arquitetura sem amarras

O arquiteto japonês Toyo Ito foi anunciado como o homenageado com o prêmio Pritzker de 2013, conhecido como o "Nobel da arquitetura".

O objetivo do prêmio anual é homenagear arquitetos vivos cujos projetos realizados combinam talento, visão e comprometimento e que produziram contribuições consistentes e significativas para a humanidade.

Ito, de 71 anos, foi descrito pelo júri da premiação como "um criador de edifícios atemporais". Os jurados disseram ainda que ele "inclui em seus projetos uma dimensão espiritual e pela poética que transcende todos os seus trabalhos".

Em 40 anos, o japonês desenvolveu bibliotecas, casas, teatros, parques, lojas, escritórios, edifícios e pavilhões, cada vez buscando estender as possibilidades da arquitetura.

"A arquitetura é comprometida por uma série de restrições sociais. Eu tenho feito arquitetura tendo em mente que seria possível pensar em espaços mais confortáveis se ficarmos ao menos um pouco livres das restrições", disse o arquiteto, ao receber o prêmio.

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