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Ambientalistas tentam salvar tribos de pastores de renas

Atualizado em  24 de dezembro, 2012 - 06:28 (Brasília) 08:28 GMT
  • Fotos: Cortesia de www.survivalinternational.org
    A organização Survival International organizou uma campanha para destacar as dificuldadesde tribos de pastores na região do Ártico. Estas tribos lidam com as renas, animais que podem se sair bem melhor do que os outros no trabalho devido a sua energia e eficiência. Acima, pastor Nenet levado por renas.
  • Fotos: Cortesia de www.survivalinternational.org
    No entanto, as renas geralmente são vistas em grandes imigrações para o Ártico. Os rebanhos da América do Norte podem viajar mais de 5 mil quilômetros. Acima, as renas Sámi passam pelo fiorde Kågsundet, na Noruega.
  • Fotos: Cortesia de www.survivalinternational.org
    'Para muitas pessoas em todo o mundo, renas são sinônimo da temporada de festas. Poucos sabem, talvez, que para várias tribos do norte, este animal é essencial para a sobrevivência e história humana', afirmou o diretor da Survival International, Stephen Corry. Acima, um rebanho de caribus.
  • Fotos: Cortesia de www.survivalinternational.org
    'É uma grande tragédia que a crescente indústria extrativista está causando um dano tão pesado nas renas e seus pastores', acrescentou Corry.
  • Fotos: Cortesia de www.survivalinternational.org
    Companhias de petróleo, gás e mineradoras estão se atropelando para explorar o Ártico, apesar da oposição de ambientalistas. A Survival International sugere que 'rotas de imigração estão sendo interrompidas e pastos importantes, destruídos'.
  • Fotos: Cortesia de www.survivalinternational.org
    O modo de vida tradicional dos pastores vem durando há mais de mil anos. O trabalho é exaustivo, é preciso estabelecer acampamentos em lugares diferentes em poucos dias. Acima, os Nenets, da península Yamal, na Sibéria.
  • Fotos: Cortesia de www.survivalinternational.org
    As renas fornecem aos pastores o transporte, roupas, alimentos e abrigo. Acima, um membro da tribo Nenet bebendo sangue de rena.
  • Fotos: Cortesia de www.survivalinternational.org
    A camada quente e de isolamento e os grandes cascos são cruciais para a estratégia de sobrevivência deste animal no clima extremamente frio do Ártico. Acima, rebanho de renas em pasto.
  • Fotos: Cortesia de www.survivalinternational.org
    As renas fêmeas e machos apresentam chifres, estruturas complexas que podem ser enormes nos machos. Estes chifres são pendurados nas árvores pelos pastores, como sinal de respeito.
  • Fotos: Cortesia de www.survivalinternational.org
    'A rena é nossa casa, nossa comida, nosso calor e nosso transporte', disse um pastor da tribo Nenet à Survival International. Acima, um membro da tribo Nenet usa pele de rena. Todas as fotos, cortesia da www.survivalinternational.org

Sem trenó, em perigo

A organização Survival International (www.survivalinternational.org) organizou uma campanha para destacar as dificuldadesde tribos de pastores na região do Ártico. Estas tribos lidam com as renas, animais que geralmente associados ao trenó do Papai Noel mas que, na verdade, podem se sair bem melhor do que os outros no trabalho devido a sua energia e eficiência.

As renas geralmente são vistas em grandes imigrações para o Ártico e, os rebanhos da América do Norte, por exemplo, podem viajar mais de 5 mil quilômetros.

"Para muitas pessoas em todo o mundo, renas são sinônimo da temporada de festas. Poucos sabem, talvez, que para várias tribos do norte, este animal é essencial para a sobrevivência e história humana", afirmou o diretor da Survival International, Stephen Corry.

"É uma grande tragédia que a crescente indústria extrativista está causando um dano tão pesado para as renas e seus pastores", acrescentou Corry.

A Survival International sugere que "rotas de imigração estão sendo interrompidas e pastos importantes, destruídos" devido à corrida de companhias de petróleo, gás e mineradoras para explorar o Ártico.

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