Bondinho 'cinematográfico' do Rio celebra cem anos

Atualizado em  27 de outubro, 2012 - 07:17 (Brasília) 09:17 GMT

Bondinho 'cinematográfico' do Rio celebra cem anos

  • Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
    Há cem anos, os primeiros cariocas puderam flutuar em direção ao Pão de Açúcar dentro de um bondinho pela primeira vez, inaugurando um percurso que já foi feito por 40 milhões de pessoas até hoje. Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
  • Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
    O primeiro trecho inaugurado do teleférico foi a primeira estação no o Morro da Urca (200 metros de altura), em 27 de outubro de 1912. A continuação para o Pão de Açúcar (396 metros) ficou pronta em 1913. Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
  • Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
    O primeiro "bondinho" - que ganhou esse apelido dos cariocas em alusão aos bondes da rua - era de madeira. Comportava 22 pessoas, contra as 65 atuais. A manutenção dos cabos era feita por operários sobre o teleférico em movimento, como o homem que posa na foto. Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
  • Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
    O engenheiro Augusto Ferreira Ramos (ao centro) teve que enfrentar a zombaria de colegas para levar o sonho adiante. Ele pensou no teleférico como uma forma de alavancar o turismo no Rio de Janeiro - que acabara de passar pelas reformas urbanas do prefeito Pereira Passos. Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
  • Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
    A construção foi um desafio. Alpinistas foram contratados para transportar o equipamento, importado da Alemanha. De acordo com a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, que desde então administra o bondinho, na época só havia outros dois teleféricos no mundo, na Espanha e na Suíça. Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
  • Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
    O teleférico de madeira foi substituído em 1972 pelo modelo de vidro com as laterais panorâmicas. Mas mesmo antes disso, o bondinho já começou a atrair visitas ilustres, como o presidente americano John F Kennedy e o cientista alemão Albert Einstein. Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
  • Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
    Em 1977, o equilibrista americano Steven McPeak caminhou do Morro da Urca até o Pão de Açúcar sobre os cabos, trajeto de 528 metros, levando um bastão metálico como contra-peso - e as bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos. Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
  • Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
    Mas talvez o auge do estrelato tenha sido em 1979, quando chegou ao cinema com o "007 contra o Foguete da Morte". O story-board descreve os planos de filmagem para a luta entre James Bond (vivido por Roger Moore) e um de seus inimigos, em cima do bondinho. Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
  • Foto: Alexandre Macieira/Riotur
    Para acompanhar a demanda, a Companhia Aérea do Pão de Açúcar planeja mudanças no sistema operacional e um investimento de R$ 4 milhões para reformar das instalações. Mas as reformas não ficarão prontas a tempo da Copa do Mundo, somente para as Olimpíadas. Foto: Alexandre Macieira/Riotur
  • Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar
    A vista cobiçada durante o dia por turistas costuma atrair cariocas de noite. As temporadas de shows que marcaram os anos 1970 e acontecem até hoje durante o verão fazem com que o Bondinho tenha importância não só turística, mas também cultural para o Rio. Foto: Arquivo/Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar

Os cem anos do bondinho

O tradicional bondinho do Rio de Janeiro, um dos mais célebres cartões postais do Brasil, celebra cem anos neste sábado.

Ao longo deste período, 40 milhões de pessoas puderam conferir as belezas do Rio, ao fazerem o percurso aéreo até o morro Pão de Açúcar.

Entre os visitantes ilustres que realizaram o trajeto figuram nomes como o presidente americano John F. Kennedy e o cientista alemão Albert Einstein.

A impressionante beleza do trajeto já inspirou até mesmo produções de Hollywood. O agente secreto 007 protagonizou uma fictícia luta à bordo do bondinho contra um terrível inimigo, no filme 007 Contra o Foguete da Morte.

A construção do bondinho foi um marco e ofereceu vários desafios. Para transportar o equipamento trazido da Alemanha foram contratados alipinistas.

Na época de sua construção, só havia outros dois teleféricos semelhantes no mundo, na Espanha e na Suíça e os primeiros bondinhos eram de madeira.

Os teleféricos atuais, de vidro e com laterais panorâmicas, só foram surgir em 1972. O modelo atualmente em vigor tem capacidade para 65 pessoas, contra 22 da antiga versão.

A Companhia Aérea do Pão de Açúcar planeja reformas no teleférico de cerca de R$ 4 milhões, mas estas só deverão ocorrer após a Copa do Mundo de 2014.

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