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Londres 2012: Entenda os negócios e o dinheiro por trás das Olimpíadas

Atualizado em  23 de julho, 2012 - 11:46 (Brasília) 14:46 GMT

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Novo modelo começou a ser implementado nos anos 1970, quando financiamento olímpico se tornou insustentável para as cidades-sede.

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Em poucos dias a tocha olímpica chegará ao estádio para acender a chama que inaugurará os Jogos Olímpicos de Londres-2012, depois de percorrer, em 70 dias, cerca de 13 mil quilômetros pela Grã-Bretanha.

Em cada um dos mais de mil cidades e aldeias que receberam a tocha, os espectadores tiveram que assistir também ao desfile de uma caravana de veículos promovendo os produtos dos patrocinadores que possibilitaram a viagem do símbolo olímpico.

Não é fácil lembrar que houve uma época em que os Jogos Olímpicos reuniam apenas atletas apaixonados que competiam apenas pelo amor ao esporte.

Com o passar dos anos, acabou o amadorismo e começou a profissionalização e a comercialização dos Jogos.

Na década de 70, o custo de sediar a Olimpíada se tornou insustentável para as cidades, situação que forçou o Comitê Olímpico Internacional (COI) a mudar seu modelo de financiamento.

Ciente do impacto e do alcance da transmissão dos jogos pela TV, o COI atraiu grandes corporações internacionais dispostas a investir milhões em patrocínio, em troca de exclusividade e da exposição de sua marca a uma audiência estimada em 4 bilhões de pessoas.

"Graças aos sócios (patrocinadores), podemos receber mais atletas de mais países competindo nos Jogos", diz Gerhard Heiberg, presidente da comissão de marketing do COI. "São eles que fornecem os serviços e recursos que possibilitam os Jogos Olímpicos."

Assista ao vídeo da BBC Brasil e entenda um pouco mais sobre o dinheiro por trás dos Jogos.

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