Extração de minério ameaça cavernas e vegetação rara na Amazônia

Atualizado em  21 de junho, 2012 - 09:19 (Brasília) 12:19 GMT

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  • Foto: Eric Camara
    Em plena Floresta Amazônica, atividade de mineração produz cerca de 100 milhões de toneladas de minério de ferro por ano na Serra de Carajás. Foto: Eric Camara
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    O tamanho dos caminhões fora-de-estrada dá ideia da escala gigantesca das operações nas quatro minas que funcionam dentro da Floresta Nacional de Carajás, no sul do Pará. Foto: Eric Camara
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    A atividade e o fluxo de minério de ferro é incessante, 24 horas por dia, sete dias por semana. Foto: Eric Camara
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    A região não é apenas rica em minério de ferro. A biodiversidade também chama a atenção de cientistas, que recentemente lançaramo livro "Fauna da Floresta Nacional de Carajás". Foto: Eric Camara
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    Entre as espécies raras e ameaçadas está a delicada flor Ipomoea Carajasensis, nativa da chamada "canga", uma região de savana amazônica caracterizada por seu solo ferroso. Foto: Eric Camara
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    Outro tesouro biológico da canga é a flor Ipomoea Cavalcantei, conhecida como Flor de Carajás, também considerada ameaçada de extinção. Foto: Eric Camara
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    Na canga, o minério de ferro praticamente brota do solo, em pedras folheadas, que chamam a atenção entre as plantas baixas. Foto: Eric Camara
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    Neste ecossistema raro, as cavernas são outro importante atributo, com suas paredes de minério de ferro são habitadas por milhares de morcegos. Foto: Eric Camara
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    Atualmente, uma equipe da Fundação Casa de Cultura de Marabá estuda, sob contrato da Vale, as características das cavernas da região. Foto: Eric Camara
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    De acordo com o chefe da Floresta Nacional de Carajás, Frederico Martins, as cavernas são ainda pouco conhecidas e muito ricas em biodiversidade. Foto: Eric Camara
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    Dentro de uma delas, escavações arqueológicas descobriram indícios de habitantes nômades que usavam a caverna como abrigo há cerca de 9 mil anos. Foto: Eric Camara
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    Para a operação, que emprega cerca de 8,5 mil pessoas diariamente, a Vale conta com um centro de controle futurista. Foto: Eric Camara
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    Entre as tecnologias usadas pela companhia mineradora em Carajás está um telão que recria em ambiente de realidade virtual a operação dentro das minas. Foto: Eric Camara
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    Para compensar os impactos provocados pela mineração na Floresta Nacional de Carajás, a empresa mineradora patrocina ações como a sinalização e manutenção de trilhas, e a conservação da floresta. Foto: Eric Camara
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    Para restaurar as áreas de minas desativadas, a Vale conta com um viveiro de espécies nativas da Floresta Amazônica. Atualmente, crescem mais de 20 mil mudas no local. Foto: Eric Camara

Floresta ameaçada



Em plena Floresta Amazônica, a atividade de mineração produz cerca de 100 milhões de toneladas de minério de ferro por ano na Serra de Carajás

A região não é apenas rica em minério de ferro. A biodiversidade também chama a atenção de cientistas, que recentemente lançaram o livro Fauna da Floresta Nacional de Carajás.

Entre as espécies raras e ameaçadas está a delicada flor Ipomoea carajasensis, nativa da chamada "canga", uma região de savana amazônica caracterizada por seu solo ferroso.

Neste ecossistema raro, as cavernas são outro importante atributo, com suas paredes de minério de ferro e morcegos.

Atualmente, uma equipe da Fundação Casa de Cultura de Marabá estuda, sob contrato da Vale, as características das cavernas da região.

De acordo com o chefe da Floresta Nacional de Carajás, Frederico Martins, as cavernas são ainda pouco conhecidas e muito ricas em biodiversidade.



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