Artista russo cria 'lua particular' com ajuda de fotógrafos em todo mundo

Atualizado em  4 de maio, 2012 - 06:29 (Brasília) 09:29 GMT
  • Foto: Marcus Williams e SP5 Unitec
    O artista russo Leonid Tishkov criou a história de um homem que encontrou a lua e a levou consigo durante toda a vida no projeto "Private Moon" (Lua Particular, em tradução livre). A imagem acima foi feita na Nova Zelândia. Foto: Marcus Williams e SP5 Unitec
  • Foto: Leonid Tishkov
    Tishkov disse à BBC Brasil que o projeto começou em 2003, como uma instalação artística em homenagem ao pintor surrealista René Magritte. Na foto, a lua em Svalbard, no Ártico. Foto: Leonid Tishkov. Foto: Leonid Tishkov
  • Foto: Leonid Tishkov
    Desde o início, o projeto já passou por cerca de 15 países. Na maioria deles, o artista colabora com outros fotógrafos para criar e registrar suas instalações. Acima, a lua com um "caçador". Foto: Leonid Tishkov
  • Foto: Otto Saxinger
    "Meu projeto era uma tentativa de provar se nós podemos ou não pegar uma imagem bonita da superfície plana de uma figura e transformá-la em algo com volume, algo real", diz Tishkov. Acima, a lua no teto de uma casa em Linz, na Áustria. Foto: Otto Saxinger
  • Foto: KNFA
    "Acontece que uma caixa velha comum que brilha e fica pendurada em uma árvore pode ser muito poética e há algo nela ao qual temos uma reação emocional profunda". Na foto, a instalação original refeita em Taiwan. Foto: KNFA
  • Foto: Leonid Tishkov e Boris Bendikov
    Na série inicial, feita na Rússia, cada foto é acompanhada de versos feitos por Tishkov. A história começa quando um homem encontra uma "lua perdida" em seu sótão (foto acima). Foto: Leonid Tishkov e Boris Bendikov
  • Foto: Leonid Tishkov e Boris Bendikov
    Segundo o artista, a lua ficava escondida em um túnel e tinha medo dos passantes. O homem a coloca em um barco e tenta levá-la ao seu lugar de origem, mas não consegue. Foto: Leonid Tishkov e Boris Bendikov
  • Foto: Leonid Tishkov e Boris Bendikov
    Ele também tenta fazê-la voltar ao céu, de onde caiu, colocando-a no alto de um prédio durante uma madrugada, sem sucesso. Acima, a imagem feita em Moscou. Foto: Leonid Tishkov e Boris Bendikov
  • Foto: Leonid Tishkov e Boris Bendikov
    Ao decidir cuidar do corpo celeste, ele acaba se tornando um "ser mitológico, vivendo no mundo real como se estivesse em um conto de fadas fantástico", explica Tishkov. Foto: Leonid Tishkov e Boris Bendikov
  • Foto: Leonid Tishkov
    A lua de Tishkov é um objeto feito de acrílico leitoso e aceso com lâmpadas de LED em seu interior. Na imagem acima, a lua é "encontrada" em um ferro-velho em Milão, na Itália. Foto: Leonid Tishkov
  • Foto: Tim Parchikov
    Em Paris, o artista fotografou a lua em situações de abandono na cidade grande, sendo encontrada em uma lata de lixo na rua ou defendida pelo homem enquanto "dormia" em um estacionamento. Foto: Tim Parchikov
  • Foto: NCCA
    "Entendemos que a lua não é somente um pedaço de algo sem vida, um pedaço de rocha que voa em círculos em volta de nós. Somos atraídos pela qualidade de conto de fadas da lua, por sua natureza metafórica, sua essência mitológica", diz o russo. Acima, a lua na região dos Montes Urais, na Rússia. Foto: NCCA

Guardião da lua

O artista russo Leonid Tishkov criou a história de um homem que encontrou a lua e a levou consigo durante toda a vida no projeto "Private Moon" (Lua Particular, em tradução livre).

Tishkov disse à BBC Brasil que o projeto começou em 2003, como uma instalação artística em homenagem ao pintor surrealista René Magritte, e se expandiu para outras séries de fotografias e instalações.

A lua feita pelo artista russo é um objeto feito de acrílico leitoso e aceso com lâmpadas de LED em seu interior.

O projeto já passou por cerca de 15 países. Na maioria deles, o artista colabora com outros fotógrafos para preparar e registrar em foto o cenário com a lua.

"Meu projeto era uma tentativa de testar se nós podemos ou não pegar uma imagem bonita da superfície plana de uma figura e transformá-la em algo com volume, algo real", diz Tishkov.

"Acontece que uma caixa velha comum que brilha e fica pendurada em uma árvore pode ser muito poética e há algo nela ao qual temos uma reação emocional profunda".

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