Titanic: Ícone de uma Era

Atualizado em  14 de abril, 2012 - 22:06 (Brasília) 01:06 GMT

Titanic: Ícone de uma Era

  • Uma nova 'crônica visual' da história do Titanic deve ser publicada ainda no mês de abril, em meio ao centenário do desastre ocorrido em 1912.
  • O autor do livro, Michael McCaughan, diz que sua obra "é também sobre as pessoas, especialmente as pessoas que construíram o Titanic".
  • Michael afirma que a embarcação "é uma parábola moderna sobre o relacionamento entre o homem, a máquina, e a implacável natureza".
  • Além de explorar a história do navio mais famoso do mundo, o livro aborda outros temas da época, como as sufragistas (que pediam o voto feminino) e greves trabalhistas.
  • O autor afirma que o navio era a "personificação da era eduardiana no mar". Segundo ele, o reinado de Eduardo 6º na Grã-Bretanha "marcou a emergência do mundo moderno como o conhecemos. Foi o início do mundo da velocidade".
  • "Realmente há dois Titanics", disse o autor do livro ao tentar explicar a manutenção da popularidade do navio ao longo de várias décadas.
  • "Há o Titanic real, que naufragou em 1912, e há o Titanic da imaginação, que zarpou após aquela época e ainda está em curso hoje em dia."
  • "Titanic: Ícone de uma Era" será lançado no dia 12 de abril de 2012 em Cultra Manor (County Down), publicado pela editora Blackstaff Press.
  • Foto: Getty Images, PA, Biblioteca do Congresso, Conselho da cidade de Southhampton e BBC Bouth
    Pouco mais de 700 pessoas sobreviveram ao Titanic após o navio colidir com um iceberg no Atlântico Norte na noite do dia 14 de abril de 1912.
  • Foto: Getty Images, PA, Biblioteca do Congresso, Conselho da cidade de Southhampton e BBC Bouth
    Os sobreviventes se acomodaram em botes salva-vidas ou se jogaram nas gélidas águas do Atlântico Norte. Nos anos após o desastre, alguns deles vieram a público para falar sobre tragédia.
  • Foto: Getty Images, PA, Biblioteca do Congresso, Conselho da cidade de Southhampton e BBC Bouth
    Menos de três horas após o alarme de emergência, o Titianic afundou e os destroços se depositaram no fundo do oceano, a quase 4 quilômetros de profundidade.
  • Foto: Getty Images, PA, Biblioteca do Congresso, Conselho da cidade de Southhampton e BBC Bouth
    A foto acima mostra caixas para doações para vítimas sobreviventes do desastre do Titanic, que deixou 1.517 mortos.
  • Foto: Getty Images, PA, Biblioteca do Congresso, Conselho da cidade de Southhampton e BBC Bouth
    Para muitos, o destino trágico do Titanic é um símbolo da transição da opulência da era eduardiana para o que viriam a ser os anos de tragédia da Primeira Guerra Mundial.

Tragédia marcante

O livro "Titanic: Ícone de uma era", que deve ser publicado ainda em abril, faz uma "crônica visual" da tragetória do navio que se tornou inspiração para filmes, livros e peças de teatro em todo o mundo, depois de naufragar em sua viagem inaugural, em 1912.

O autor do livro, Michael McCaughan, foi curador do Museu de Folclore e Transporte de Ulster por mais de 40 anos e também chefiou o setor de transportes dos Museus Nacionais da Irlanda do Norte.

Ele diz que a obra, que combina fotografias exclusivas dos arquivos do Museu de Folclore e Transporte de Ulster com anúncios publicitários da época e publicações da White Star Line (operadora do navio), "é também sobre as pessoas, especialmente as pessoas que construíram o Titanic".

McCaughan afirma que o navio era a "personificação da era eduardiana no mar". Segundo ele, o reinado de Eduardo 6º na Grã-Bretanha "marcou a emergência do mundo moderno como o conhecemos".

"Realmente há dois Titanics", disse o autor ao tentar explicar a manutenção da popularidade do navio ao longo de várias décadas.

"Há o Titanic real, que naufragou em 1912, e há o Titanic da imaginação, que zarpou após aquela época e ainda está em curso hoje em dia".

Pouco mais de 700 pessoas sobreviveram ao Titanic após o navio colidir com um iceberg no Atlântico Norte na madrugada entre os dias 14 e 15 de abril de 1912.

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