Imagens evidenciam fome e debilidade na região do Sahel, na África

Atualizado em  11 de abril, 2012 - 05:58 (Brasília) 08:58 GMT

Fome e instaiblidade política ameaçam população subsaariana

  • Médicos Sem Fronteiras
    Agências humanitárias advertem que a seca no Sahel, na África, pode virar uma crise humanitária. Na foto, Aboubacar, da vila nigerina Kadago Biri, leva sua mulher grávida, Mariama, às instalações dos Médicos Sem Fronteiras no Níger. (Foto: Médicos Sem Fronteiras)
  • Médicos Sem Fronteiras
    Aicha, filha de Aboubacar, também foi atendida pela MSF, com gastroenterite. O nigerino ficou sabendo que sua mulher, Mariama, havia perdido o bebê e corria risco de morte. Desnutrição e doenças colocam em risco a vida de milhares de pessoas no Chade, Burkina Fasso, Mauritânia, Níger, Mali e Senegal.(Foto: Médicos Sem Fronteiras)
  • Médicos Sem Fronteiras
    A MSF explica que, nas aldeias do interior do Níger, idas ao médico são um luxo para poucos. Por causa da distância em relação às clínicas, da falta de transporte e da má qualidade das estradas, muitas mães e crianças chegam tarde demais ao atendimento médico. (Foto: Médicos Sem Fronteiras)
  • Agência da ONU para Refugiados (UNHCR)
    Além da seca, a região enfrenta instabilidades políticas. Milhares de refugiados do Mali têm buscado abrigo no Níger, na tentativa de escapar de conflitos entre rebeldes tuaruges e o Exército. Nesta foto, os refugiados fazem fila para serem registrados por agência da ONU. (Foto: UNHCR)
  • Agência da ONU para Refugiados (UNHCR)
    Aqui, uma refugiada malinesa mostra sua tenda, na aldeia nigerina de Gaoudel, para onde fugiu com seus dois filhos. (Foto: UNHCR)
  • Agência da ONU para Refugiados (UNHCR)
    Sinegodar, região próxima à fronteira entre Níger e Mali, abriga milhares de refugiados. (Foto: UNHCR)

As faces da fome

Imagens da região do Sahel, faixa de terra ao sul do Saara, dão a dimensão da crise da fome que começa a se formar, segundo alertas da ONU e de agências humanitárias.

A região, principalmente a área que concentra Mali, Senegal, Níger, Chade, Mauritânia, Burkina Fasso, Gâmbia e Camarões, está sofrendo com uma seca excepcionalmente severa, aliada a uma alta no preço dos alimentos e focos de instabilidade política.

Na questão política, o caso mais grave é o do Mali, que enfrenta uma insurgência rebelde tuaregue no norte e os desdobramentos de um golpe de Estado.

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