Para mergulhador, tubarões são 'dóceis companheiros de trabalho'

Atualizado em  27 de fevereiro, 2012 - 09:26 (Brasília) 12:26 GMT

Mergulhador vê tubarões como 'docéis companheiros de trabalho'

  • Foto: Klaus Jost
    O fotógrafo e engenheiro marítimo Klaus Jost mergulha há anos ao lado de tubarões. Nesta foto, o tubarão-touro que ele apelidou de "vovó", devido a sua natureza dócil e relaxada. Foto: Klaus Jost
  • Foto: Klaus Jost
    Jost já fotografou tubarões em várias partes do mundo, e vê os temidos animais como companheiros de trabalho. Foto: Klaus Jost
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    "Ao todo, passei milhares de horas debaixo d'água. Sempre houve tubarões, mas nunca tive problemas com eles", conta Jost. Foto: Klaus Jost
  • Foto: Klaus Jost
    "Esses temidos habitantes dos oceanos não têm nada de comedores de homens e monstros agressivos. Na verdade, muitos poucos dos 460 tipos de tubarão descobertos até agora representam uma ameaça para humanos", diz ele. Foto: Klaus Jost
  • Foto: Klaus Jost
    O interesse pelos animais começou quando Jost trabalhava na construção de grandes portos ao redor do mundo, em lugares como Kuwait, Paquistão, Costa do Marfim, África do Sul, Egito e Guiné. Foto: Klaus Jost
  • Foto: Klaus Jost
    Nesta foto, dois tubarões galha-branca, o tipo mais comum encontrado nos corais do Indo-Pacífico. Foto: Klaus Jost
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    O grande tubarão-branco tem a fama de ser o mais feroz dos tubarões. A espécie está ameaçada de extinção. Na foto, um espécime jovem. Foto: Klaus Jost
  • Foto: Klaus Jost
    Jost descreve esta foto, tirada na costa sul-africana, como "o ponto-de-vista de uma foca". Foto: Klaus Jost
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    "A exportação de barbatana de tubarão (usada em sopas, na China) para o Oriente vem aumentando. O pior é que os tubarões são pegos, suas barbatanas, cortadas, e eles são jogados de volta no mar ainda vivos, para morrerem de forma terrível." Foto: Klaus Jost
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    O tubarão-touro, assim como o tubarão-branco e o tubarão-tigre, pertence à categoria dos tubarões "perigosos". Uma peculiaridade do tubarão-touro é que ele também pode viver em água doce. Foto: Klaus Jost
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    "Tubarões são fantásticos. Se você já viu um tubarão debaixo d'água, nunca vai esquecê-lo", disse Jost à BBC Brasil. Na imagem, um tubarão gália preta. Foto: Klaus Jost
  • Foto: Klaus Jost
    Desde 2001, Jost passou a se dedicar à fotografia de natureza e submarina. Seu objetivo é documentar espécies de tubarão ameaçadas de extinção e chamar atenção para a caça dos animais.
  • Foto: Klaus Jost
    Jost usa uma foca de neoprene batizada de Koekie para atrair tubarões. Foto: Klaus Jost
  • Foto: Klaus Jost
    "Cada centímetro quadrado desta criatura incrível vibra com energia. É uma visão inesquecível", diz Jost. Foto: Klaus Jost
  • Foto: Klaus Jost
    Atualmente, Jost viaja entre três e cinco vezes por ano para fotografar tubarões ao redor do mundo. Mais informações em http://www.jostimages.com/

Tubarões de perto

O fotógrafo e engenheiro marítimo Klaus Jost mergulha há anos ao lado de tubarões, em várias partes do mundo, e vê os temidos animais como companheiros de trabalho.

"Ao todo, passei milhares de horas debaixo d'água. Sempre houve tubarões, mas nunca tive problemas com eles. Esses temidos habitantes dos oceanos não têm nada de comedores de homens e monstros agressivos. Na verdade, poucos dos 460 tipos de tubarão descobertos até agora representam uma ameaça para humanos", diz ele.

O interesse pelos animais começou quando ele trabalhava como engenheiro na construção de grandes portos ao redor do mundo, em lugares como Kuwait, Paquistão, Costa do Marfim, África do Sul, Egito e Guiné.

"Tubarões são fantásticos. Se você já viu um tubarão debaixo d'água, nunca vai esquecê-lo", disse Jost à BBC Brasil.

Desde 2001, Jost passou a se dedicar à fotografia de natureza e submarina. Seu objetivo é documentar espécies de tubarão ameaçadas de extinção e chamar atenção para a caça dos animais.

"A exportação de barbatana de tubarão (usada em sopas, na China) para o Oriente vem aumentando. O pior é que os tubarões são pegos, suas barbatanas, cortadas, e eles são jogados de volta no mar ainda vivos, para morrerem de forma terrível."

Mais informações e fotos em Clique http://www.jostimages.com/

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