
Familiares de vítimas de incêncio que matou 359 detentos querem mais rapidez na identificação.
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Parentes dos 359 detentos mortos em um incêndio no presídio de Comayagua, em Honduras, na semana passada, invadiram o necrotério onde se encontram centenas de corpos.
Os familiares entraram em um frigorífico e retiraram vários sacos plásticos contendo corpos e só saíram do local após terem sido expulsos pela polícia.

Parentes acusam autoridades de morosidade na identificação das vítimas
Eles cobram mais rapidez das autoridades na identificação dos corpos.
Mas muitas das vítimas sofreram queimaduras tão graves que só poderão ser identificadas por meio de testes de DNA.
O presidente de Honduras, Porfírio Lobo, pediu uma investigação sobre o estado das penitenciárias do país.
O centro de detenção de Comayagua contava com 852 detentos, o que representa o dobro de sua capacidade.
Entre os detidos na prisão estava o brasileiro Adilio Gomes Sobral, que foi internado em um hospital local após a tragédia. Ele não sofreu queimaduras graves e e seu quadro é estável.
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