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Fotógrafo usa vibrações sonoras para criar esculturas coloridas

Atualizado em  12 de janeiro, 2012 - 06:19 (Brasília) 08:19 GMT

Fotógrafo usa o som para criar esculturas coloridas

  • Série Cores Dançantes , de Fabian Oefner
    Na série Cores Dançantes, o fotógrafo suíço Fabian Oefner captou imagens de sais coloridos saltando pelos ares ao som da música. Foto: Fabian Oefner/Caters
  • Série Cores Dançantes , de Fabian Oefner
    Para conseguir o efeito, Oefner colocou os sais na superfície de uma película plástica, disposta sobre uma caixa de som. Foto: Fabian Oefner/Caters
  • Série Cores Dançantes , de Fabian Oefner
    O resultado é uma profusão de cores, cuja dimensão é ampliada pelo ângulo aproximado da câmera. Foto: Fabian Oefner/Caters
  • Série Cores Dançantes , de Fabian Oefner
    O ritmo da música, cujos estampidos fazem os grãos voarem pelos ares, dá a forma das imagens. Foto: Fabian Oefner/Caters
  • Série Cores Dançantes , de Fabian Oefner
    'A ideia da série é construir uma ponte entre o mundo acústico e visual', diz o fotógrafo de 27 anos. Foto: Fabian Oefner/Caters
  • Série Cores Dançantes , de Fabian Oefner
    'Dependendo da frequência do som, diferentes esculturas são criadas. Desde as delicadas às figuras que parecem um vulcão em erupção', diz. Foto: Fabian Oefner/Caters
  • Série Cores Dançantes , de Fabian Oefner
    Oefner conta que usou vários pigmentos para colorir os sais. As fotos foram feitas em um cômodo escuro. Foto: Fabian Oefner/Caters
  • Série Cores Dançantes , de Fabian Oefner
    O fotógrafo conta que teve muito trabalho para conseguir fazer as fotos, já que tinha de limpar o ambiente a cada clique. Foto: Fabian Oefner/Caters

'Cores Dançantes'

Sais coloridos saltando pelos ares ao som da música. Essas são as imagens captadas pelas lentes do fotógrafo suíço Fabian Oefner.

De perto, a série Cores Dançantes mostra uma profusão de cores, cuja dimensão é ampliada pelo ângulo aproximado da câmera.

Para fazer as fotos, Oefner colocou os sais em uma película plástica disposta sobre uma caixa de som. O ritmo da música, cujos estampidos fizeram os grãos voarem pelos ares, deu a forma das imagens.

"As fotos conectam imagem e som", conta o fotógrafo de 27 anos.

"Dependendo da frequência do som, diferentes esculturas são criadas. Desde as delicadas às figuras que parecem um vulcão em erupção", diz.

Oefner conta que usou vários pigmentos para colorir os sais. As fotos foram feitas em um cômodo escuro.

"As esculturas existem por apenas frações de segundo”, diz. “A ideia da série é construir uma ponte entre o mundo acústico e visual", finaliza.

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