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Museu da Ciência de Londres mostra história dos robôs

Atualizado em  3 de dezembro, 2011 - 09:29 (Brasília) 11:29 GMT

Robôs invadem Londres

  • Imagem: Museu da Ciência/Bruno Maisonnier/Aldebaran Robotics
    Este humanóide em miniatura é o Nao e seu segredo é a versatilidade. Ele pode ser programado para fazer ou dizer quase qualquer coisa. Cientistas estão usando o Nao para explorar como robôs aprendem e como enxergam.
  • Imagem: Museu da Ciência/Mick Walters/Universidade de Hertfordshire
    Kaspar é um robô semelhante a uma criança. Ele não anda, mas pode mover os braços e cabeça, além de mudar a expressão. Ele faz brincadeiras e cócegas em crianças e pode ajudar em casos de autismo.
  • Imagem: Museu da Ciência/Krzystof Tchon/Universidade Queen Mary, LIREC
    O robô polonês Flash tem uma série de partes em sua cabeça, cabeças robóticas, que os pesquisadores estão usando para demonstrar emoções, através dos movimentos de cada parte.
  • Imagem: Museu da Ciência/Nick Hawes/Universidade de Birmingham
    Esta é Dora, robô que pode encontrar até uma caneca de café em uma casa. Dora é uma robô exploradora que procura objetos para as pessoas e consegue detectar em que tipo de ambiente está.
  • Imagem: Museu da Ciência/Guenther Friesinger/Monochrom arts collective
    Uma equipe da Áustria usou tijolos Lego para criar o Exot, um robô cujos movimentos podem ser controlados por internautas. As pessoas nas salas de conversas online podem ver o que o Exot vê e digitar as instruções para os movimentos do robô.
  • Imagem: Museu da Ciência/Rob Knight/The Robot Studio
    Os mecanismos internos do Eccerobot são semelhantes aos humanos. A anatomia deste robô é baseada em ossos, juntas e músculo. Com isso, ele se movimenta como um humano, pega uma bola ou dá um aperto de mão.
  • Imagem: Museu da Ciência/Bruno Siciliano/Universitá degli Studi di Napoli Federico 2º
    Dexmart é um par de mãos independentes robóticas que podem ajudar nas tarefas domésticas. Elas conseguem levantar uma caixa de suco ou segurar um livro de receitas. Os sensores táteis permitem que elas agarrem e manipulem objetos do mesmo jeito que os humanos.
  • Imagem: Museu da Ciência/Bruno Siciliano/Universitá degli Studi di Napoli Federico 2º
    O projeto Dexmart, criador das mãos robóticas, pretende preencher o espaço entre ouso de robôs em ambientes industriais e o uso de robôs em ambientes mais domésticos, o setor de robótica pessoal e de serviços.
  • Imagem: Museu da Ciência/Universidade de Plymouth
    O robô Concept foi criado para estudar como as pessoas reagem a um rosto robótico e descobrir as razões que atraem as pessoas para tecnologias com traços humanos. Ao interagir com as pessoas, as expressões do Concept mudam e o robô aprende coisas novas.
  • Imagem: Museu da Ciência/Tomas Proscevicius/Universidade Kaunas de Tecnologia
    Jouzas, criado na Lituânia, é um robô voltado para saúde e bem-estar. Ele pode ensinar a uma pessoa exercícios simples em casa ou no trabalho, como um personal trainer robô.

Robôs invadem Londres

Com alguns exemplares de robôs de última geração, recém-saídos dos laboratórios, uma exposição no Museu da Ciência de Londres, neste fim de semana, pretende explorar a história dos robôs através da cultura.

A exposição Robotville EU analisa como as ideias de robôs se desenvolveram pela literatura e como isso influenciou o pensamento científico de hoje.

A mostra conta com mais de 20 robôs desenvolvidos em vários países da Europa. Muitos deles serão exibidos ao público pela primeira vez.

O público da exposição também poderá ter contato com os cientistas responsáveis pelos robôs, que estarão disponíveis para responder perguntas sobre suas criações.

A diretora do Museu de Ciências de Londres, Heather Mayfield, disse que novas tecnologias estão tornando os movimentos dos robôs mais precisos, o que amplia as suas possibilidades.

Um dos robôs reconhece e reage a expressões humanas. Outro consegue identificar todas as peças em uma casa.

Os engenheiros dizem que ainda vai levar no mínimo uma década para que estes robôs sejam comercialmente viáveis, apesar dos grandes avanços nas suas capacidades de expressão e inteligência.

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