Livro mostra itens mais bizarros encontrados em aeroporto americano

Atualizado em  14 de setembro, 2011 - 10:40 (Brasília) 13:40 GMT

GALERIA DE FOTOS: CONTRABANDO

  • Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
    No livro "Contrabando", a fotógrafa americana Taryn Simon mostra mais de mil itens apreendidos no aeroporto JFK, em Nova York, uma das principais portas de entrada para os Estados Unidos. Na imagem, o corpo de um pássaro, etiquetado como "decoração doméstica", que veio da Indonésia. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
  • Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
    Para conseguir as fotos, Simon morou no aeroporto durante cinco dias, em 2010. Acima, um conjunto de bonecas representando personagens da Disney, considerado como falsificação. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
  • Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
    Com um estúdio improvisado no terminal 4 do aeroporto, a fotógrafa registrou o movimento da alfândega. Na imagem, caixas de "Artillery King", uma espécie de Viagra chinês. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
  • Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
    Os objetos apreendidos pela polícia americana com passageiros ou em encomendas que chegavam ao país pelo correio incluíam jóias, animais mortos, drogas, cigarros e alimentos. Na foto acima, uma bola de fita adesiva esconde ocas, tubérculos comuns na alimentação dos povos andinos, na Bolívia e no Peru. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
  • Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
    Acima, um pacote de heroína disfarçado em embalagem, que foi da Índia para Nova York pelo correio aéreo. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
  • Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
    O GBL (Gama-butirolactona) faz parte do grupo de drogas usadas para facilitar o estupro ou sequestro. Ela tem um efeito semelhante ao álcool e pode provocar lapsos de memória. Na foto, um garrafão de GBL vindo da Polônia, disfarçado como produto de limpeza. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
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    A imagem acima mostra um pênis de veado, de origem asiática, encontrado entre os passageiros. Em países como China e Taiwan, é comum ingerir esta parte do animal para efeitos afrodisíacos e também como cura para machucados em atletas. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
  • Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
    Simon diz ter fotografado os objetos em fundo neutro para desassociá-los das histórias pessoais dos passageiros. Acima, uma caixa de encomenda com drogas ainda não testadas e aprovadas, que foi enviada do Paquistão. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
  • Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
    Na imagem, uma garrafa feita da pata de uma vaca, de origem europeia. O artefato foi apreendido por causa do risco de transmissão de doenças como o mal da vaca louca. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
  • Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
    Segundo a fotógrafa, o trabalho mostra que tipo de coisas são oficialmente consideradas como ameaça à segurança na sociedade atual. Na foto, caixas do cigarro chinês Shuangxi. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery..
  • Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
    Falsificações de roupas e acessórios disfarçados também eram comuns entre as apreensões no JFK. Acima, duas bolsas Louis Vuitton disfarçadas com revestimentos falsos. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
  • Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.
    As fotografias do livro "Contrabando" estão em exposição na Galeria Gagosian, em Beverly Hills, Califórnia, até o dia 6 de novembro. Na foto, ampolas de testosterona e esteróides vindo do Paquistão. Foto: © Taryn Simon. Cortesia Gagosian Gallery.

Encomendas ilegais

O livro Contrabando, da fotógrafa americana Taryn Simon, mostra itens apreendidos no aeroporto JFK, em Nova York, uma das principais portas de entrada para os Estados Unidos.

Para conseguir as imagens, Simon, improvisou um estúdio fotográfico em um dos terminais do aeroporto e morou lá por cinco dias em 2010.

Ela tirou mais de mil fotos de objetos apreendidos pela polícia americana com passageiros ou em encomendas que chegavam ao país pelo correio, que incluíam joias, animais mortos, drogas ilegais no país, cigarros, falsificações de roupas e acessórios e alimentos.

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