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Unesco escolhe 25 novos Patrimônios da Humanidade

Atualizado em  30 de junho, 2011 - 08:32 (Brasília) 11:32 GMT

Galeria de Fotos: Novos patrimônios da humanidade

  • Foto: Kenya Tourist Board
    A Unesco escolheu nas duas últimas semanas, em Paris, 25 novos patrimônios da humanidade em várias partes do mundo. Entre eles, o Forte Jesus, em Mombassa, no Quênia, construído pelos portugueses entre 1593 e 1596. Foto: Kenya Tourist Board
  • Foto: UNESCO/Maria Gropa
    Os sítios arqueológicos da Ilha de Meroe, no Sudão, também viraram patrimônio da humanidade. A paisagem semi-desértica entre os rios Nilo e Atbara foi o coração do Reinado de Kush, um grande centro de poder entre os séculos 8 e 4 AC. Foto: UNESCO/Maria Gropa
  • Foto: Chusonji/Japan National Tourism Organization
    Outro novo patrimônio cultural são os templos, jardins e sítios arqueológicos representando a Terra Pura Budista, em Hiraizumi, no Japão. Entre eles está o Templo de Chusonji e seu salão dourado. Nos séculos 11 e 12, Hiraizumi era o centro administrativo do norte do Japão. Foto: Chusonji/Japan National Tourism Organization
  • Foto: Creative Commons
    O deserto de Wadi Rum, na Jordânia, foi o único local inscrito como um patrimônio misto: de valor cultural e beleza natural. O local fica no norte do país, perto da fronteira com a Arábia Saudita.
  • Foto: Tony Howard/Western Australian Department of Environment and Conservation
    A Costa de Ningaloo, na Austrália, tem vastas regiões de formações calcárias e uma rede de cavernas subterrâneas. Anualmente, tubarões-baleia se reúnem em suas águas, que também abrigam uma variedade de espécies marinhas. Foto: Tony Howard/Western Australian Department of Environment and Conservation
  • Foto: Fagus-GreCon
    A fábrica Fagus, em Alfeld, na Alemanha, é um complexo de dez prédios projetado por Walter Gropius que começou a ser construído em 1910, e é um marco no desenvolvimento da arquitetura moderna e desenho industrial. Foto: Fagus-GreCon
  • Foto: UNESCO/Omer Sak
    A mesquita de Selimiye, na Turquia, domina o horizonte da antiga capital do Império Otomano, Edirne. Sinan, o mais famoso arquiteto otomano do século 16 considerava o complexo, que inclui escolas islâmicas, um mercado coberto, um pátio e uma biblioteca, seu melhor trabalho. Foto: UNESCO/Omer Sak
  • Foto: Sébastien Moriset
    O Delta do Saloum, no Senegal, inclui canais de água salobra e mais de 200 ilhas e ilhotas, um manguezal, um ecossistema marinho e uma floresta. Foto: Sébastien Moriset
  • Foto: Creative Commons
    A Catedral de León, na Nicarágua, foi construída entre 1747 e o século 19 seguindo um projeto do arquiteto guatemalteco Diego José de Porres Esquivel. O prédio expressa a transição do Barroco ao Neoclássico.
  • Foto: Japan National Tourism Organization
    As Ilhas Ogasawara, no Japão, apresentam uma ampla variedade de paisagens e abrigam um grande número de animais, incluindo 195 espécies de pássaros ameaçadas de extinção. Foto: Japan National Tourism Organization
  • Foto: Archivio fotografico Musei Civici d'Arte e Storia de Brescia
    Sete grupos de importantes prédios construídos entre 568 e 774 DC em toda a Itália foram agrupados como 'Os Lombardos na Itália, locais de poder'. Construções como o Monastério de San Salvatore e Santa Giulia, em Brescia (foto) são um registro das conquistas dos lombardos, que imigraram do norte da Europe e desenvolveram sua própria cultura na Itália. Foto: Archivio fotografico Musei Civici d'Arte e Storia de Brescia
  • Foto: Gilles Vilquin/Livre d'images
    A paisagem cultural agropastoril mediterrânea de Causses e Cévennes fica na região central da França. A região montanhosa cortada por profundos vales representa a relação entre os sistemas agropastoris e seu ambiente. Foto: Gilles Vilquin/Livre d'images

A Unesco escolheu 25 novos patrimônios da Humanidade em várias partes do mundo.

Na nova lista estão locais de beleza natural como a Costa de Ningaloo, na Austrália, as Ilhas Ogasawara, no Japão, e os lagos no grande Vale do Rift, no Quênia. Um deles foi listado também por seu valor cultural: o deserto de Wadi Rum, na Jordânia.

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