Imagens feitas por telescópio em órbita do sol revelam detalhes do espaço

Atualizado em  21 de junho, 2011 - 06:37 (Brasília) 09:37 GMT

O Universo em infra-vermelho

  • Foto: Nasa/JPL-Caltech/Universidade de Toledo
    Desde que foi lançado, em 2003, o Telescópio Espacial Spitzer, da agência espacial americana (Nasa), tem registrado belas imagens do espaço em infra-vermelho. Nesta foto, um berçário de estrelas na constelação de Órion. Foto: Nasa/JPL-Caltech/Universidade de Toledo
  • Foto: Nasa/JPL-Caltech
    Entre as mais recentes imagens captadas pelo Spitzer e divulgadas pela Nasa está a da nebulosa do "anel esmeralda". O brilho verde do anel em torno da nebulosa RCW 120, localizada a 4,3 mil anos-luz da Terra, não pode ser visto pelo olho humano. Foto: Nasa/JPL-Caltech
  • Foto: Nasa/JPL-Caltech
    Em órbita ao redor do sol, o telescópio de US$ 800 milhões tem instrumentos que coletam radiação infra-vermelha emitida por nebulosas, estrelas e galáxias. Foto: Nasa/JPL-Caltech
  • Foto: Nasa/JPL-Caltech
    Esta montagem mostra como a aparência da nebulosa norte-americana pode mudar dramaticamente quando se usa diferentes combinações de observações visíveis e em infra-vermelho. Foto: Nasa/JPL-Caltech
  • Foto: Nasa/Esa/Cral/Lam/STScI
    Este grande aglomerado de galáxias elípticas contém tanta matéria escura (que não conseguimos ver), que sua gravidade afeta a luz. Foto: Nasa/Esa/Cral/Lam/STScI
  • Foto: Nasa/JPL-Caltech
    Os vários segmentos da galáxia Girassol, conhecida também como Messier 63, aparecem claramente nesta imagem feita pelo Spitzer. Foto: Nasa/JPL-Caltech
  • Foto: Nasa/JPL-Caltech/Harvard'Smithonian CfA
    Uma montagem feita com informações coletadas pelo telescópio Spitzer e pelo Galaxy Evolution Explorer também revelou três exemplos de colisões entre galáxias. Foto: Nasa/JPL-Caltech/Harvard'Smithonian CfA
  • Foto: Nasa/JPL-Caltech
    O Spitzer conseguiu observar dois jatos idênticos saindo de uma estrela em formação. Foto: Nasa/JPL-Caltech
  • Foto: Nasa/JPL-Caltech
    À esquerda, a imagem visível pelo olho humano mostra apenas um jato. À direita, o infra-vermelho revela também o segundo jato (em verde). Foto: Nasa/JPL-Caltech
  • Foto: Subaru/Nasa/JPL-Caltech
    Na foto, um aglomerado de jovens galáxias em formação, a 12,6 bilhões de anos-luz da Terra. Foto: Subaru/Nasa/JPL-Caltech

Desde que foi lançado, em 2003, o Telescópio Espacial Spitzer, da agência espacial americana (Nasa), tem registrado belas imagens do espaço.

Em órbita ao redor do sol, o telescópio de US$ 800 milhões tem instrumentos que coletam radiação infra-vermelha emitida por nebulosas, estrelas e galáxias.

Entre as mais recentes imagens captadas pelo Spitzer e divulgadas pela Nasa está a da nebulosa do "anel esmeralda".

O brilho verde do anel em torno da nebulosa RCW 120, localizada a 4,3 mil anos-luz da Terra, não pode ser visto pelo olho humano, mas representa a luz infra-vermelha vinda de minúsculos grãos de poeira chamados hidrocarbonetos aromáticos policíclicos.

Em outra imagem feita pelo Spitzer, é possível ver detalhes de um berçário de estrelas localizado dentro da constelação de Órion.

Uma montagem feita com informações coletadas pelo telescópio Spitzer e pelo Galaxy Evolution Explorer também revelou três exemplos de colisões entre galáxias.

Inicialmente, esperava-se que o Spitzer operasse por apenas 30 meses, já que seus instrumentos precisavam ser resfriados por hélio líquido e os cientistas acreditavam que a substância acabaria em 2006.

Na verdade, o hélio do telescópio durou até maio de 2009, quando a maior parte de seus instrumentos teve de ser desligada.

Uma câmera, no entanto, continua a operar e a registrar o universo em infra-vermelho.

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