Oriente médio

Governo brasileiro pede diálogo e cessar-fogo na Líbia

Rebeldes comemoram na estrada entre Ajdabiya e Benghazi (Reuters)

Rebeldes comemoraram os ataques da coalizão na Líbia

O Itamaraty divulgou nesta segunda-feira uma nota sobre o conflito na Líbia, pedindo diálogo e um cessar-fogo entre as forças do líder Muamar Khadafi e os rebeldes que exigem a sua saída do poder.

“O governo brasileiro manifesta expectativa de que seja implementado um cessar-fogo efetivo no mais breve prazo possível, capaz de garantir a proteção da população civil, e criar condições para o encaminhamento da crise pelo diálogo”, afirma o comunicado.

Desde sábado, uma coalizão militar vem realizando bombardeios aéreos na Líbia, seguindo a resolução da ONU que estabeleceu uma zona de exclusão aérea na Líbia, para proteger os civis opositores contra bombardeios do governo.

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No domingo, um ataque com míssil destruiu um edifício que seria um centro de comando em Trípoli de Khadafi.

Participação do povo

Além de lamentar as mortes de vítimas do conflito e reiterar a solidariedade do Brasil com o povo líbio, o Itamaraty também defendeu uma maior participação da população no futuro político do país.

O governo brasileiro reafirmou ainda seu apoio enviado especial do secretário-geral da ONU para a Líbia, Abdelilah Al Khatib, e do Comitê de Alto Nível estabelecido pela União Africana, destacando “seus esforços na busca de solução negociada e duradoura para a crise”.

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