| Fale com a gente | Ajuda | ||
|
Seringas descartáveis poderiam deter a Aids no Brasil? | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os usuários de drogas injetáveis já formam metade dos casos de Aids em algumas regiões do Brasil. Os dados fazem parte do relatório da Unaids, a agência da Organização das Nações Unidas para a Aids, divulgado nesta semana em Londres. De acordo com a agência, o papel dos viciados em drogas injetáveis não deveria ser substimado quando se lida com a epidemia de Aids no Brasil. A vice-diretora-executiva da Unaids, Kathleen Cravero, disse que o Brasil precisa criar um modelo de atendimento a usuários de drogas injetáveis portadores do vírus HIV para não comprometer o modelo de prevenção e tratamento implementado no país. Muitos países já adotaram programas para distribuir seringas e agulhas entre os usuários de drogas, não com o intuito de estimular o vício, mas sim de prevenir a doença. No Brasil, que é considerado referência internacional no combate ao vírus HIV, o tema sempre foi polêmico. Seria este o momento para adotar um programa semelhante ou existem outras alternativas? Neste domingo, um especialista responde às suas dúvidas sobre o assunto. As explicações serão dadas em entrevista no Panorama BBC, que vai ao ar no domingo, às 13h (hora de Brasília), transmitido pelas emissoras de rádio da rede CBN. Para enviar a sua pergunta, basta preencher o formulário ao lado. Se você fornecer o número do seu telefone, a produção do Panorama BBC poderá gravar a pergunta, que será feita durante o programa. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||