| 16 de abril, 2003 - Publicado às 14h35 GMT |
| Dê sua opinião sobre o futuro do Iraque |
 A estátua de Saddam Hussein teve que ser derrubada com a ajuda de um tanque americano.
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No centro de Bagdá uma estátua de Saddam Hussein foi derrubada por civis e tropas americanas.
Qual será agora o futuro do Iraque?
Os Estados Unidos querem estabelecer uma nova administração civil no Iraque liderada pelo general aposentado americano Jay Garner.
Além de coordenar a ajuda humanitária e a reconstrução da infraestrutura, a tarefa do general Garner é preparar o terreno para o que está sendo chamado de Autoridade Interina Iraquiana (AII).
Esta semana o presidente George W. Bush disse que a ONU terá um papel importante em todos os aspectos no pós-guerra iraquiano, de ajuda humanitária à futura autoridade interina.
Na sua opinião como deveria ser organizado o futuro do Iraque? Por quem o país deveria ser administrado?
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"O Iraque deveria ser governado pelos próprios iraquianos, já que os Estados Unidos pregam tanto a democracia. Mas na realidade acredito que o Iraque será administrado pelos EUA por tempo indeterminado, pois existe um interesse muito grande no petróleo iraquiano, já que dará praticamente uma autonomia de combustível fóssil aos EUA."
Gustavo Veloso, de Recife (PE)
"Eu não acredito que um país que invada um outro país possa impor a democracia a força, principalmente quando esse país invadido é uma nação cheia de conflitos étnicos e religiosos e que acima de tudo não aceitará a presença norte-americana no poder durante muito tempo. Resultado final, atentados, atentados, norte-americanos sendo expulsos e novamente o povo iraquiano reinando nesta nação que tanto tem a nos ensinar. E o fim da guerra nos mostrou mais uma vez que o principal interesse dos EUA não era ajudar ao povo iraquiano e sim, roubar o que os iraquianos têm em abundância que é o petróleo. Ficou claro, haja vista, que quando tomaram o poder suas primeiras ações foram de imediato cuidar dos poços de petróleo e do ministério de energia do Iraque, deixando de cuidar das obras que contam a historia deste grande povo."
José Claudio, de Maribondo (AL)
"Creio que seja um futuro de muito sofrimento. Há outras questões que envolvem o futuro do Iraque, como por exemplo; até quando vai durar o mandato do coronel americano? E depois dizer que vai ficar nas mãos dos iraquianos? Esta questão pode gerar outras guerras. O Irã já teve desavenças com o Iraque, e já se manifestou a favor dele tomar conta de uma parte do Iraque."
André de Mello Marinho, de Brasília (DF)
"Acho que está na hora dos americanos darem o fora, a terra é dos iraquianos. Aliás o Bush nem deveria estar envolvido em algo que não lhe diz respeito, pois todo o universo percebeu há muito tempo o verdadeiro objetivo da guerra. Tenho até receio que de repente o Bush invente algo sobre o nosso lindo país para também tomar o que é nosso."
Vera Lúcia, de Guaiba (RS)
"O Iraque deveria ter respeitado seu direito à soberania, como rezam a democracia e a constituição dos EUA. Até o momento a principal razão alegada para a invasão do país por forças britânicas e americanas não foi encontrada: poderosíssimas armas nucleares....Uma vez feita a invasão, está na hora de as forças de ocupação se retirarem e deixarem aos iraquianos a reconstrução do país e do governo. A insistência dos EUA em comandarem o processo e manterem forte presença no país revela desconhecimento das peculiaridades da cultura iraquiana – estão é preparando o caminho para que fundamentalistas religiosos, curdos e sunitas entrem em choque, levando a uma guerra civil. Deixem o Iraque para os iraquianos..."
Síliva Jafet, de São Paulo (SP)
"O futuro do Iraque está nas mãos do presidente dos Estados Unidos. Não é possível que alguém ainda duvide disto. Os iraquianos e países vizinhos deverão acatar a nova ordem, para que os 'olhos do poder' não se utilize, novamente, das contrariedades, como protesto para uma ocupação prolongada. Os Xiítas poderão colocar em perigo toda uma possibilidade de estabilidade no Oriente Médio."
Angelo Dionson, de Porto Alegre (RS)
"Primeiro que o Iraque enfrenta outra guerra, a da desordem, da falta de um plano de emergência para o país. Segundo que o Iraque enfrentará em breve outro conflito, o conflito étnico. O fanatismo religioso ainda impera neste país de 3º mundo, fazendo com que vários conflitos religiosos se estendam a título de poder governar o país. Talvez uma solução pacífica é de ação preventiva, seria a de uma divisão do Iraque com governos Curdos, Sunitas e Xiitas, ou então inevitavelmente teremos outro problema cultural, como é hoje caso dos palestinos."
Mauro Antônio Girardi, de Curitiba (PA)
"O futuro do iraque é muito duvidoso, pois está em jogo suas riquezas minerais, o petróleo, pois como a história nos ensina , tudo o que é dominado pela cobiça está malfadado ao declínio, a incerteza, pois a meta é tão somente a satisfaçao de suas necessidades e o resto é somente um povo qualquer."
Alcides, de Joinville (SC)
"Os Estados Unidos têm é que arcar com os custos da reconstrução, apenas isso. Cabe aos demais países participantes da ONU fazerem a administração e também formarem nova equipa para avaliar as tais das 'armas de destruição em massa' (parece que matar aos pouquinhos é permitido...). Se os Estados Unidos não gostarem azar deles!"
Daniel Santana Gonçalves, de São Paulo (SP)
"Já que os EUA fizeram a besteira de se enfiar no meio daquele povo, à custa de muito dinheiro e gente morta, pelo menos façam agora o que tem que ser feito: um governo laico, democrático, regido por constituição do tipo liberal semelhante à americana, com capitalismo mesmo. Vai haver muita chiadeira dos chefes religiosos no início mas não dá mais aquele povo viver em regime tribal e sendo explorados por ditadores, religiosos ou não."
Reinaldo Elias de Souza, de Inhumas (GO)
"Na minha opinião os norte-americanos devem deixar o Iraque imediatamente, incentivando a formação de um governo próprio. Defendo a criação de um território para os curdos, tomando parte do norte iraquiano e o leste da Turquia (assim como defendo territórios para os bascos). O mais urgente, no entanto, é fazer a retirada das tropas invasoras, que só farão aumentar o ódio dos árabes radicais."
Cláudio Feldens, de Curitiba (PA)
"Deve haver uma administração conjunta entre americanos e iraquianos, até porque não existe melhor alternativa, tendo em vista que depois de tanto gasto com a guerra os EUA não vão deixar mesmo o Iraque por conta de si mesmo ou de outrem."
Luiz Nogueira Filho, de Guarulhos (SP)
"Acho que os EUA devem reconstruir o Iraque, organizá-lo, preparar eleições diretas e deixar os iraquianos em paz."
Milton Silva Costa, de JATAI (GO)
"O mel já está entornado, não tem mais o que fazer, a invasão foi uma coisa sem precedente, não provaram a existência de armas de destruição em massa, mas assim mesmo apelaram para esta carnificina. Acredito que o Saddam esteja vivo programando algo contra os americanos, apesar do mesmo também não ser boa gente. Espero que o Iraque dê a volta por cima e volte com força e democracia, o povo iraquiano, merece ser feliz."
Samuel Faria, de Vila Velha (ES)
"O correto é a ONU coordenar o processo de reconstrução do país. Os países árabes deverão também desempenhar um papel importante já que Saddam os incomodava sobremaneira. Os EUA deveriam eticamente se manter neutros ou passarão por corsários descarados."
Carlos Antônio Lopes, de São Paulo (SP)
"O Iraque deveria ficar a cargo da ONU até como meio de se restabelecer a credibilidade da entidade, mediante governo de transição, até que os iraquianos constituíssem um governo. Dificilmente não será constituído um governo muçulmano de ascendência eclesiástica."
Fernando Montalvão, de Paulo Afonso (BA)
"Deveria ser administrado pelos iraquianos (xiitas, sunitas e curdos), e não por americanos. As intenções americanas são outras diferentes daquelas propagadas pela imprensa marron, o interesse americano está no petróleo e o pretexto foi Saddam Hussein. Se Saddam fosse ditador de outro país que não tivesse tantas riquezas os EUA invadiriam esse país?..."
Daniel, de Caruaru (PE)
"O imperialismo americano estende seus apavorantes tentáculos sobre a população iraquiana tentando varrer do mapa do mundo uma das mais significativas culturas da história da humanidade. É o trabalho da nefasta globalização para transformar o mundo inteiro num grande casino de propriedade dos gorilas americanos. É uma quadrilha de matadores, inimigos da distribuição das riquezas da terra para que todos possam ser felizes."
Heloisa, de Rio de Janeiro (RJ)
"A implantação da democracia no Iraque é 'conversa fiada' pois nesse regime é impossível controlar a convivência entre Curdos, Xiitas e Sunitas em uma cultura onde é natural se misturar religião com política. Unir povos através de culturas é bastante viável, mas unir mentes com crenças religiosas diferentes, é impossível, isso só é possível acontecer através da brutalidade de uma ditadura."
Mário da Silva Prado, de Guanambi (BA)
"Fico indignado como os americanos e britânicos querem fazer do mundo o modelo que eles adotam. Acho sinceramente que os iraquianos devem governar seus próprios destinos sob a tutela da ONU e não dos americanos. Sabemos que a guerra não foi e nunca será por causa das tão faladas armas de destruição em massa, que supostamente o Iraque tinha, pois o mundo todo espera que o arrogante Bush prove ou pelo menos dê outra versão de seus reais interesses na região. Outra coisa que o mundo talvez venha a questionar é a conta da reconstrução, pois na minha humilde opinião a conta deveria ser paga por quem destruiu e não pelo sofrido povo Iraquiano."
João Silva Lira, de João Pessoa (PB)
"O Iraque vai ser uma colcha de retalhos; os curdos por um lado, os xiítas, os americanos, os britânicos, os sunitas e os poucos cristãos por outro. O EUA não imaginou que iria ter esse grande problema étnico religioso, de fato eles vão tomar conta do petróleo, vão exigir tudo da Síria, para através dela chegar ao Líbano e ao Mediterrâneo e como eles já têm o gás do Afeganistão, pronto o dólar voltara a ser a moeda mais forte e eles terão atingido vários objetivos, principalmente destabilizar o Euro e consertar as finanças internas. De verdade após Saadam vai ser do Iraque uma grande tragédia humana, religiosa em pleno século 21..."
Leila, de São Paulo (SP)
"Acredito que o Iraque vai ser um país colonizado. O petróleo é um bem essencial pelo que não se vão olhar os meios para atingir os fins."
Almeida, de Lisboa em Portugal
"Existem várias opções quanto ao futuro do Iraque: Ditadura militar, protetorado anglo-americano, fragmentação territorial, um governo civil liderado por Ahmad Chalabi (líder do desconhecido INC – Congresso Nacional Iraquiano), a restauração da antiga monarquia hashemita iraquiana etc. Uma das razões de Saddam Hussein não ter sido derrubado durante a Guerra do Golfo de 1991 foi justamente não haver uma oposição iraquiana confiável, suficientemente legítima e reconhecida por todos.
A maioria da população do país é Xiita, ligada ao Irã. Um governo plenamente democrático poderia levar a ascensão desse grupo ao poder, já que existe a suposição de eleições livres. Saddam Hussein não foi derrubado em 1991, pois os EUA tinham medo das ligações da população Xiita do Iraque com o vizinho Irã. Não deixar os Xiitas dominarem, dar uma oportunidade aos Curdos e não alienar os Sunitas é um trabalho que só um governo acima desses grupos pode fazer."
Alexandre Otávio Cavalcanti de Carvalho, de Recife (PE)
"Na minha opinião, eu faria o seguinte; respeitaria os costumes éticos da maioria, e deixaria forças americanas no país apenas em quanto não haver um governo com autoridade máxima e democrático, e quando o país tiver completamente chegado a uma civilização, moderna! E uma democracia total e civilizada. Este seria o futuro do Iraque e tantos outros países que vivem, nos regimes que já não existem mais, regimes do tempo da pedra, vamos conscientizar a todos que estamos no século 21. A vida é bela mas as pessoas tentam complica-la, abraço a todos."
Almeida, de Campinas (SP)
"O destino do Iraque deverá ser decidido pelo povo iraquiano e somente por ele. Se alguma organização internacional deve participar dessa reconstrução, que seja a ONU, que apesar de tudo, possui credibilidade e cujos membros, exatamente por não estarem todos na mesma corrente unilateral dos EUA, podem criar uma situação de ponderação e coerência. Os EUA, já mostraram que não possuem ponderação e coerência para reconstruir país nenhum, muito menos para dar credibilidade a nada. Já vendeu todos os direitos para reconstrução do Iraque entre as empresas ligadas à Casa Branca, antes mesmo da guerra começar e planeja 'forçar', como de hábito, ao povo iraquiano, uma nova religião, uma nova cultura, até mesmo, impor sua maneira de educar. Ora vamos, sabemos que a 'democracia' americana, não é padrão para nada e outras muito melhores existem. Que os Srs. Bush e Blair deixem o povo escolher por quem quer ser colonizado, pelo menos isso..."
Denyze Moraes, de Lisboa em Portugal
"Futuro? Qual o futuro dos países árabes se a posição ianque é manter o controle da região, sob a guarda armada de Israel? O que existe é muita hipocrisia entre todos os países interessados no óleo, na região, nos acordos, nas dívidas etc. Grosso modo, os EUA e o seu criado a Grã-Bretanha estão pouco ligando para o que o resto do mundo ache ou deixe de achar. Especialmente para países em desenvolvimento como o Brasil. Já detonaram a ONU, desrespeitando o pouco que havia de 'justiça internacional' e agora, especialmente a Grã-Bretanha, tentam procurar algum respaldo da ONU na reconstrução do Iraque. Rídiculo! Espero que o Brasil não entre nessa jogada hipócrita da Grã-Bretanha e dos ianques. Eles detonaram com o país árabe. Eles que resolvam o problema."
Carlos Eduardo Pestana Magalhães, de São Paulo (SP)
"Só há um culpado de tudo o que se passa no Iraque – Sadam Hussein – dono exclusivo de todos os problemas do Iraque. Passou a vida toda do seu governo a ameaçar explodir o mundo, criou e propagandeou um castelo de areia defendido por soldados de papel como o mais poderoso exército do mundo. Com todo o tempo do mundo e a todos os avisos fez ouvidos de mercador confiado no seu 'poderio'. Não foi capaz de evitar que a guerra fosse no interior do seu território, com todas as consequências, vitimas e destruição que isso acarreta. Dizem os anti-americana que Bush não acatou a ONU, o que é que Saddam andou a fazer nos últimos doze anos? Resoluções ignoradas que poderiam ter evitado esta Guerra, se não tinha ADM porque é que fez crer o mundo que tinha? Era para assustar os vizinhos? Porque é que apoia ou apoiou o terrorismo? Há um ditado popular que diz 'se não lhe podes vencer pela força junte te a ele ou use a diplomacia' o Saddam não foi capaz de seguir esse ditado optou por desafio, ameaça e todo tipo de bazófias arrogantes."
José Fragoso, de Maputo em Moçambique
"Dependendo da mágoa da população civil para com os americanos, que excederam-se nos ataques fatais e mutilamento de inocentes, o Iraque poderá ter uma revolução civil totalmente desorganizada (caos), ou o retalhamento do país em diversas tribos, ou seja o fim histórico do Iraque, para o nascimento de diversas pequenas nações."
César Rodrigues Machado, de Porto Alegre (RS)
"Na atual condição geopolítica mundial, é necessário entender que não existe mais a possibilidade de coexistência de governos autoritários como o de Saddam Husein, junto a uma comunidade mundial que cada dia se torna mas consciente de que o progresso real da sociedade moderna depende única e exclusivamente, do grau de cooperação entre as nações. Os principais problemas da atualidade seja na área econômica ou social, afetam a todos os países com maior ou menor intensidade, de igual maneira, sua solução depende da estreita colaboração entre as nações. Por outro lado é necessário entender, que potencias como os EUA, não podem reivindicar para si o papel de guardiães da moral e da democracia, se reservando o direito de passar sobre a vontade e autoridade do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sob o risco de se tornar tão autoritário quanto o regime que tenta derrubar."
Juan Mario Bassy, de Curitiba (PA)
"Apesar das opiniões divergentes acredito que o Iraque poderá conhecer em um futuro muito próximo a democracia e a prosperidade econômica, cultural e social, nunca experimentados antes em nenhum país árabe do Oriente Médio, a exemplo do que ocorreu com o Japão e a Coréia do Sul, na Ásia."
Rachel Klang, de Rio de Janeiro (RJ)
"O Iraque era um dos últimos redutos produtores de petróleo que não estava alinhada aos EUA. Os EUA querem de todo jeito exercer sua influência naquela área e se apropriar de todos os poços de petróleo. Agora eles vão ditar normas para todo o mundo já que controlam a maior parte do petróleo. O resto do mundo agora vai procurar se armar até os dentes porque os americanos já estão armados e são extremamente perigosos."
Carlos Marques, de Belo Horizonte (MG)
"O futuro do Iraque deveria ser decidido pelo seu povo e não pelos senhores Bush e Blair."
Felipe, de Cruzeiro (DF)
"Os americanos mostraram seu abuso de poder na chacina do Iraque e agora vão mostrar porquê o fizeram: pelo petróleo. É inadmissível um país árabe com quaisquer lideranças americanas. Isso é um ultraje à cultura daquele povo. Alberto Inocêncio, de Duque de Caxias (RJ) falou tudo! Parabéns!"
Willian Molinari, de Poços de Caldas (MG)
"O país, necessariamente deve ser controlado inicialmente pelas forças de coalizão, juntamente com a ONU. Num período seguinte, deverá ser detectado, ou senão, formada nova liderança por iraquianos que estejam identificados com princípios democráticos (será isto possível ou existente no mundo de alma árabe?). Esta é uma oportunidade única em toda a história, da disseminação de princípios de liberdade num mundo tão carente desta essencial condição humana. E o trabalho tem que ser extenso, envolvendo todos os setores da nova sociedade – escolas, empresas, governo, família e até religião (esta talvez a mais difícil). Caso estes preceitos não sejam observados, o sacrifício de tantas vidas será em prol da mais alta bestialidade humana."
José César de Lima Ferreira, de Londrina (PA)
"Concordo que a ONU perdeu completamente a razão de existir e não tem que 'meter sua colher de pau', na reconstrução do Iraque. A ONU é uma instituição com a qual ou sem a qual o mundo vai tal e qual. Aliás, acho que iria melhor sem ela. Pois a ONU só colocou dificuldades aos EUA e à Grã-Bretanha para colocarem ordem no Oriente Médio, libertando o povo iraquiano do tirano que durante décadas pisou em seu próprio povo, em benefício próprio. Usando a riqueza do país para si mesmo, sua família e para elaborar bombas sujas (agora escondidas na Síria). De modo que aqui vai meu conselho ao Secretário-geral da ONU:
Sr. Kofi Anan: Faça as malas e vá para Paris. Lá, peça um novo emprego ao Monsieur Chirac. Não adianta pedir ao ex-agente da KGB, o Sr. Putin, pois a Rússia está falida a muito tempo. Saudações, desejo-lhe mais sorte no novo emprego. Ah, ia me esquecendo, Sr. Kofi Anan, quando partir coloque um cartaz na porta de saída da ONU: 'O último que apague a luz'..."
Antonio Carlos, de São Paulo (SP)
"O futuro do povo iraquiano é, para mim, lastimável. O ditador Saddam foi-se, entretanto, agora eles vão ter que conviver uma coisa pior que um ditador; o capital, que destrói as consciências, o caráter, a moral, torna tudo mercadoria, a própria consciência será uma mercadoria, a religião, tudo enfim. Se não havia prostituição infantil, de rapazes e moças nas ruas do Iraque, devido à religião radical, daqui para frente os libertadores EUA e Inglaterra já se encarregaram de para lá levar, com suas civilizações doentias. Pobre povo iraquiano libertado do ditador Saddam mas caído nas garras da besta do apocalipse: o capitalismo."
Luiz Nolasco, de Nova Iguaçu (RJ)
"Todos estão preocupados com o que será do Iraque, temos que pensar que o petróleo iraquiano será para os EUA a saída de sua crise econômica, sendo assim os EUA deitados sobre um mar de petróleo fará do Iraque uma colônia de acordo com seus interesses, me preocupa muito a situação da Coréia do Norte e a bomba atômica."
Marcelo, de Sao Paulo (SP)
"Como a invasão Anglo-Americana ao Iraque não tem legitimidade, os EUA e a Grã-Bretanha deveriam reparar a destruição material que causaram ao Iraque e também indemnizar com USD 1,000,000.00 cada vítima fatal civil e USD 1,500,000.00 para os feridos, sendo pagos às famílias dos mesmos. Vale lembrar que cada Tomahawk vale USD 1,000,000.00. Bush e Blair deveriam ser julgados por crimes de guerra."
Oscar Sarol Madeira, de São Paulo (SP)
"Assistimos (literalmente on-line) à queda de um dos mais brutais e sangrentos regimes ditatoriais do mundo, e isso não poderia acontecer 'espontaneamente' não fosse a corajosa e heróica campanha militar anglo-americana que libertou um povo que era sistematicamente torturado e morto por Saddam Hussein e seus asseclas. Tenho certeza que estamos vendo um novo mundo surgir em que não haverá mais espaço para ditadores e regimes totalitários brutais como o que havia no Iraque. Os 'pacifistas' e 'neo anti-colonialistas' deveriam ter vergonha na cara de tomar as atitudes que tomaram em favor de um regime brutal que era o de Saddam Hussein, (que matou centenas de milhares de pessoas em duas guerras anteriores além de ter torturado e matado quase 200 mil iraquianos, tudo isso em nome da paz e da 'soberania' do Iraque. Esses 'nobres' defensores da 'paz' deveriam ter experimentado viver e passar por uma das prisões iraquianas do antigo regime, e, se saíssem vivos de lá, acredito que beijariam as mãos e os pés dos soldados da coalizão, como temos visto muitos dos iraquianos fazendo pela televisão."
Fausto, de São Paulo (SP)
"Após gastar 80 bilhões de dólares e perder 150 homens, os EUA e a Grã-Bretanha devem entregar o Iraque de mão beijada para França (vide Argélia), China (vide Tibete) e Rússia (vide Chechênia) reconstruírem o Iraque, para que possam, também, fazer desaparecer os armamentos vendidos durante os anos em que tal venda estava proibida. Por quem? Pela ONU. Chega de hipocrisia e palhaçada."
Ney Monteiro, de São Paulo (SP)
"É mais do que necessário que a ONU comandem o processo de reorganização do Iraque neste momento, haja visto a desordem que se instalou em todos os pontos da nação recém-demolida politicamente. Somente uma coalizão de nações organizadas conseguirá levar novamente a ordem a este 'pobre' país; e esta é a ordem natural dos acontecimentos, quer queiram ou não os EUA!"
Benedito Alves dos Santos, de Jaú (SP)
"O mundo assistiu ao maior assalto a mão armado do mundo moderno. Ficou demonstrado que o poderio econômico e militar massacra qualquer tipo de obstáculo que possa existir. Mais uma vez, ficou demonstrado que o mercado vale mais que a vida. Amanhã teremos no Iraque, Macdonalds, Motorola, etc. A Ocidentalização estará presente. Vocês acham isto certo, forçar uma cultura em detrimento de outra?"
Cláudio Rossini, de São Paulo (SP)
"Gostaria apenas de destacar o grande papel da imprensa falada, escrita e televisionada durante essa guerra e agora no momento de reconstrução do Iraque. O mundo não deve aceitar que os EUA mais uma vez rasguem os acordos da ONU e governem o Iraque, ou sejam os líderes da reconstrução daquele país. Vocês, imprensa, deveriam estampar em suas 'páginas' a indignidade que certamente sentem ao ver americanos matando crianças, repórteres, etc. Quem eles pensam que são? Eu os odeio por isso, e se iraquiano fosse, e se no Iraque estive, seria um dos suicidas."
Laudio, de Recife (PE)
"O que está acontecendo no Iraque é uma lição para todo o mundo de que de agora em diante não será mais tolerado o extremismo e o terrorismo, se a única forma de combater esse mal for pela força, então é melhor que seja feito agora enquanto essas nações não possuem um poder de destruição em massa muito elevado. Me sinto um pouco mais seguro com o que foi feito agora no Iraque e para o bem do meu futuro e do futuro de meus filhos acho que a guerra preventiva é o mais certo a se fazer em momentos como este."
Elder, de Itajuba (MG)
"Cabe aos americanos, ingleses e australianos a preferência na reconstrução do Iraque. Foram eles que deram o sangue. Nada mais justo que os aliados sejam recompensados pelas empresas que terão estes contratos. Quanto aos alemães, franceses, russos e etc. que fiquem a ver navios."
Thomas Presch, de São Paulo (SP)
"Para mim os covardes alemães, franceses e russos, tal como a caquética ONU, devem estar a léguas das soluções próximas futuras para o Iraque. Os americanos e ingleses são os heróis. A estes compete, com destaque para os EUA,induzir o país para uma democracia...mas uma democracia sem pró-comunistas/pacifistas... Agora tudo, Europa, quer comer, sugar...o que fizeram os russos, franceses e alemães. São todos muito bonzinhos...se tiverem sempre à mesa Caviar e Queijo da Serra da Covilhã... Agora perderam, e perderam o pio e a razão...são/foram covardes... Apesar de eu ser europeu...não acredito nesta Europa imberbe e desunida, e, com muitas cores...Sou pró-americano, ponto final."
Amadeu Campos Ribeiro, de Famalicão em Portugal
"Após conquistar Bagdá, os Estados Unidos tentarão converter o Iraque em um modelo para o Oriente Médio. Os norte-americanos acham que a mudança de regime em Bagdá criará uma onda de mudanças para a região, que tenha como premissa a democratização, modernização social, erradicação do terrorismo, expansão dos interesses norte-americanos e segurança de Israel. É teoria dos 'dominós democráticos', esposada pelos conservadores da Casa Branca, segundo a qual as mudanças em Bagdá teriam um positivo efeito de contágio nos países vizinhos, desde o Irã à Síria e Arábia Saudita. É mais um 'sonho' americano que vai se transformar no seu pior pesadelo. Cada povo deve encontrar seu próprio caminho e nenhuma potência externa vai conseguir alterar de uma hora para outra sua história. Já vimos estas propostas de mudanças provocadas pelos americanos em relação ao Irã, com o Xá Reza, no Haiti, com Aristide. O resultado não poderia ser mais desastroso."
Hiram Reis e Silva, de Porto Alegre (RS)
"O futuro do Iraque deve ser decidido pelo povo Árabe, sem ingerência da coalizão. Os EUA e a Grã-Bretanha estão agindo contra os princípios civilizados. A desculpa é o Saddam, mas o interesse é econômico. Posso até acreditar que o 11/09 foi uma ação americana própria como já fez muitas vezes no mundo."
João Jubery, de Curitiba (PA)
"Os EUA estão a acabar com uma cultura, estão a desunir um povo e uma nação, quem pensa que no Iraque haverá paz de espírito engana-se redondamente, porque daqui em diante irá começar com as ondas de assassinatos e divisões de tribos e religiões que não são poucas existentes no Iraque. Democracia sim! Mas não imposta pelo Bush! Ou melhor o senhor, deus da terra a quem devemos render honras, por querer salvar e colonizar o mundo a troco do petróleo, se for necessário massacra-se uma nação porque os interesses dos EUA tenham que estar bem acomodados nas mãos dos aliados e dos presidentes bananas, traidores que vendem a riqueza do seu povo, por ganância de poder."
João de Carvalho, de Luanda na Angola
"A 'democracia' só se implanta num país com base no convencimento ideológico e não com a força militar. A campanha hegemônica anglo-americana pelo mundo só arrecadará mais ódio, destruição, morte e aumentará cada vez mais a disparidade social nas regiões por eles controladas. Os povos anglo-americanos serão reféns de si mesmos e terão de conviver com o medo pelo resto de suas vidas, totalmente perdidos quanto ao verdadeiro conceito de liberdade, palavra tão usada por ele. A não ser que, seus governos atuais sejam substituídos por políticos mais éticos, responsáveis, conscientes, cautelosos e que respeitem os direitos universais."
Lucia Mariani, de Brasília (DF)
"O problema do Iraque não é Saddam, nem a queda de Saddam. O problema do Iraque são os novos colonizadores, o terrrorismo-imperialista anglo-americano liderado pelo governo dos EUA, que não só invadiram o país, destruíram patrimônio histórico-cultural da humanidade, agridem, humilham e escravizarão a nação iraquiana. Tudo isto ocorre sem que haja uma resistência a altura, por não haver um pólo de contraposição ao terrorismo-imperialista. Hoje está sendo o Iraque. Amanhã poderá ser a Coreia do Norte, Cuba, Libia, qualquer outro país insubmisso aos interesses e ditames imperialistas. Até o Brasil poderá ser a próxima vítima. Está portanto na ordem-do-dia, buscar uma aliança sólida internacional capaz de primeiro freiar e depois derrotar o imperialismo-terrorista norte-americano e seus cúmplices."
Arthur de Paula, de São Paulo (SP)
"Os Iraquianos devem governar o país, os países membros da ONU devem providenciar que este direito seja preservado."
Antônio França, de Curitiba (PA)
"Em algum momento da História conhecida do ser humano, aconteceu de um povo que tinha ódio profundo pelo país invasor ter se submetido? Existiria alguma possibilidade dos EUA conseguirem impor suas ideias, sua política, sua religião, sua simpatia pelo povo israelita aos iraquianos?"
Ciro Matuck, de São Paulo (SP)
"O Iraque sob administração americana será um exemplo para o Oriente Médio, e para o mundo, e concordo com opinião colocada aqui anterior a minha, de que a mídia brasileira com sua passionalidade e ignorância habitual, mais desinformou do que informou ao público! Não entendo este anti-americanismo barato que tem se mostrado em nossos meios de comunicação. Quando começou o conflito a Globo (bastião da desinformação) levou um especialista militar para analisar o conflito, e ele começou criticando desde a roupa dos soldados que considerou inadequadas, e até chamou os planejadores militares americanos de boçais. Talvez isto explique o porquê de continuarmos a ser um país de terceiro ou quarto mundo mesmo com todo o potencial que temos."
Elton Oliveira, de São Paulo (SP)
"Pelos EUA pois eles terão de pagar as destruições que cometeram e espero que deus cobre de Bush a atrocidade humana que cometeu."
Ricardo, de Florida nos EUA
"Se o suporte dos EUA foi o mesmo dado aos Afegãs – certamente Saddam voltaria ao poder; mas acho que os EUA têm mais interesse no Iraque (petróleo) do que no Afeganistão."
Roberto Carlos, de Rio de Janeiro (RJ)
"O Iraque é um aglomerado de tribos, as quais vinham sendo mantidas encarceradas numa ditadura de uma minoria, porem devemos lembrar que fora o próprio ocidente quem armara o Iraque, quando da guerra contra o Irã, o pecado do Iraque foi ter invadido o Kuwaite. Quando ao restabelecimento de uma democracia naquele país, o mundo está esquecido o que acontecera ao Afeganistão após a invasão do ocidente, onde está a ajuda humanitária e de reconstrução daquele país, derrubou-se o Talibã, mas, que hoje dirige aquele país, ora estão apenas trocando o poder, porém pouca coisa será efetivamente feita para reconstrução do país, hoje a ONU perdeu sua razão de ser, pois não há respeito as suas deliberações, haviam no Iraque os inspetores da ONU, porém foram retirados para que as forças invasoras pudessem entrar. O mundo perdeu, o mundo não será mais o mesmo, e mais ainda o princípio da democracia morreu, pois não fora solicitado por nenhuma força política daquele país um pedido de intervenção, há portanto um sentimento de invasão a todo e qualquer país que não esteja de acordo com o que seja determinado pelos EUA. Pois tal artifício será usado para fazer novas invasões."
Paulo Xavier, de Recife (PE)
"O futuro do Iraque aos iraquianos pertence. Os donos do mundo estão destruindo vidas, famílias, sonhos e parte da história da humanidade. Fica muito difícil dizer algo. Os próprios iraquianos não sabem o que poderão e deverão fazer, visto que quem vai determinar são os invasores do eixo do bem, que por lá vão estabelecer uma "democracia". Creio que o próximo passo dos senhores do bem não será dado em direção a América Central ou a do Sul, porquê por estas bandas está, por enquanto, tudo sob controlo. Eles vão montar guarda para os amigos israelenses, afinal também são do bem. Outro caminho será o de testar suas armas contra aqueles que ainda acharem que podem exercer soberania sobre algum território, sem que para isso tenha aval dos senhores do bem e do mundo. Sem esquecer que, enquanto isso, aproveitando o desvio do foco da mídia, os palestinos estão sendo bombardeados e gradualmente eliminados. E esta guerra? Isso que estamos presenciando não é uma guerra, é uma invasão de território alheio, com direito a exibição do poderio militar de última geração. O que deverá ser feito? Bem, ninguém em sã consciência tem condições de opinar, afinal, quem tem o "poder" de decidir são os senhores do bem. Estamos voltando ao tempo de que quem pode manda e quem não pode obedece. É de se perguntar, de que adiantou a evolução da espécie humana?"
Carlos Robaert, de Pelotas (RS)
"SEM FUTURO...Ali Ismael Abbas chora no hospital, mas não pode enxugar suas lágrimas porque teve os braços arrancados. Não pode ter o consolo da mãe ou do pai, porque ambos foram mortos. Nem sua pequena e miserável casa restou. O míssil americano levou tudo e todos enquanto dormiam. Levou também seu irmão, com quem brincava e tentava ser feliz num Iraque triste. Ali Ismael é o retrato da impotência e da dor, o retrato de um Iraque de joelhos. É o símbolo da barbárie que tomou conta do governo da maior potência do globo, a ponto de invadir e massacrar um país fraco sem dar satisfações ao mundo, contrariando até mesmo aos seus aliados mais fiéis. Gostoso é consumir, consumir tanto que falte fome para tanta comida. Os outros que se danem. Que se danem os Ali Ismael da vida, as crianças sem pão, sem casa, sem esperança. Que se danem as centenas de mortos, os milhares de feridos e mutilados por essa guerra genocida e covarde. Saddam foi o álibi. Outros Saddam estão sendo forjados nas oficinas do terror norte-americano. Se nada for feito, haverá muitos outros Ali Ismael pelo mundo. Infelizmente..."
Roberto Maciel, de São Paulo (SP)
"Não consigo entender porquê a imprensa continua tão pessimista, mesmo vendo a alegria com que o povo iraquiano está recebendo os soldados (não receberam antes porque seriam mortos), a imprensa está sendo parcial e só mostra um lado, se formos ver as fotos no jornal Washington Post (dezenas) veremos tudo, veremos dezenas de crianças atentas e alegres rodeando um soldado dos EUA. Mas a imprensa brasileira não mostra tais fotos, no jornal noturno da Globo por exemplo dá para notar a raiva e a total parcialidade da apresentadora, ela deveria acompanhar a alegria que está estampada nos rostos dos iraquianos, no entanto ela demonstra sua irritação e faz previsões sombrias insistentemente. A inveja do mundo contra os EUA não os faz perceber que pode surgir no Iraque uma democracia sim, pois o país está livre de uma ditadura seletiva de 25 anos que acabou com todas as antigas elites, sheiks poderosos, etc. como existem nos outros países árabes, e vendo principalmente a alegria no rosto dos jovens e crianças iraquianas podemos sonhar que ali poderá surgir uma inédita democracia no mundo árabe sim. Vamos torcer para que os safados do mundo não impeçam."
Antonio, de Araraquara (SP)
"O Japão após a segunda guerra mundial ficou muito mais arrasado do que o Iraque e hoje é uma das maiores economias do mundo. Espero que o Iraque se transforme num segundo Japão, guardadas as devidas proporções."
Paulo Márcio Meira da Silva, de Belo Horizonte (MG)
"Simplesmente o Iraque não terá futuro, se com o Saddam Hussein no poder o país não tinha futuro, imagine com os americanos no poder em território hostil. A situação vai ficar cada vez pior, por que não capturaram ou mataram o Saddam, a instabilidade será maior na região, ainda mais que ele tem opinião pública árabe a seu favor. O que vai acontecer é que vai gerar um onda de nacionalismo, uma intifada muito pior e abrangente do que a dos palestinos, ou seja, o prenúncio da 3º guerra mundial."
Murilo Alberto Caliman da Silva, de São José do Rio Preto (SP)
"Os americanos mostraram seu abuso de poder na chacina do Iraque e agora vão mostrar por que o fizeram: pelo petróleo. É inadmissível um país árabe com quaisquer lideranças americanas. Isso é um ultraje à cultura daquele povo."
Alberto Inocêncio, de Duque de Caxias (RJ)
"Os Estados Unidos estão acabando com Iraque. Só para mostrar ao mundo que se preocupa com o regime ditador de Saddam Hussein, mas acho que eles estão interessado somente no petróleo do Iraque."
Antonio Marcelino Ribeiro, de Londrina (PR)
"É do Prof. Plinio Correa de Oliveira, a seguinte afirmação: 'A Paz é uma causa muitíssimo bela, muitíssimo justa e muitíssimo nobre para ser deixada nas mãos de pacifistas...' Parafraseando o renomado Professor brasileiro, poderíamos dizer o seguinte: 'A Paz é uma causa muitíssimo bela, muitíssimo justa e muitíssimo nobre para ser deixada nas mãos da ONU...'. Se os EUA – bem como as demais nações que apoiaram a intervenção no Iraque – tivessem deixado nas mãos da ONU resolver a gravíssima situação do Iraque, hoje os pobres iraquianos ainda estariam escravizados sob a tirania de Saddam Hussein. Quando este morresse, seus 'bonzinhos filhinhos' perpetuariam para sempre a estalinista tirania. Seria a maior desgraça para aquela região – berço da civilização Cristã."
Paulo Roberto Campos, de São Paulo (SP)
"A administração do Iraque deveria ficar, nos próximos 6 meses, a critério único e exclusivo da ONU, com a condição de vetar a participação neste governo provisório de membros de todos os países beligerantes, como EUA ou Reino Unido. Após esses 6 meses a ONU deveria devolver o governo do Iraque aos iraquianos. Bush e Blair deveriam responder a um Tribunal de Justiça Internacional por crimes cometidos contra a humanidade, pelos milhares de assassinatos que sob suas ordens, e com armas de destruição em massa (clusters, napalm e outros) foram cometidos no Iraque."
Alberto Mesquita Filho, de São Paulo (SP)
"Infelizmente, jamais saberemos o que realmente aconteceu no Iraque no que diz respeito ao número de civis mortos no conflito. Jamais saberemos se o Iraque realmente possuía armas de destruição em massa, mesmo que supostamente 'encontradas'. Muito pior que a guerra é a manipulação das informações pela coalizão que decidiu 'desarmar' o Iraque. Restam perguntas sem resposta: Se o país líder da coalizão desejava realmente 'libertar' o povo iraquiano de um ditador sanguinário, por que permitiu sua permanência no poder e ainda encabeçou um embargo econômico criminoso por doze anos e que resultou na morte milhões de inocentes, incluindo crianças? A França, opositora ferrenha desta guerra apoiou ou não o embargo? Por que o governo americano não liberta o povo da arábia saudita de seu governo totalitário? O Afeganistão foi reconstruído? Quem financiou Osama Bin Laden contra o Exército Vermelho no Afeganistão? Quem financiou Saddam Hussein? Durante 25 anos o Brasil esteve mergulhado numa ditadura militar apoiada pelos americanos. Isso sem falarmos no massacre dos palestinos na Faixa de Gaza e do tratamento desumano dos prisioneiros em Guantanamo. É esse o modelo de democracia que trará paz ao Oriente Médio?"
André Gião, de Londrina (PR)
"Não gosto e nunca gostei do Sr.Bush, que aliás, ganhou as eleições de forma mais que duvidosa. Mas me parece exagerado julgar todo o povo americano e sua história de luta pelas liberdades individuais, democracia, direitos humanos, etc. Cada civil que morre no Iraque, a imprensa faz questão de noticiar de forma sensacionalista como se os americanos fossem os tiranos do mundo, que invadiram o Iraque sem motivo algum, só para roubar o precioso petróleo e matar deliberadamente civis inocentes e posteriormente dominar o mundo. É claro que existem também interesses por trás da guerra. Agora dizer que foi só por causa do petróleo é demais. Todos, sem exceção, puxam a brasa para a sua sardinha, e o Tio Sam não é diferente. Apenas fazem isso com mais eficiência, além de serem extremamente patriotas. A história mostra que na hora do aperto, são sempre eles que socorrem todos. Seja com a força (acabaram com a 2a.guerra), seja com dinheiro (alguém lembra do plano Marshall?), e não tentaram dominar ou subjugar os europeus. Está na hora da imprensa séria mostrar as angústias de um povo que não discrimina ninguém, abre suas portas a todos e que não tem mais sossego nem para ir ao trabalho sem saber se volta para casa vivo. Vamos olhar os dois lados da moeda e tentar agir com pelo menos um pouco de sensatez. "
Maurício G. T., de São Paulo (SP)
"Você não acha que esta fácil de mais, não desconfia que tem coisa errada nos atos dos iraquianos, digo Saddam? Acho que os americanos não perdem por esperar...vem surpresa aí, vocês verão."
Haroldo, de Sorocaba (SP)
"Acredito que os americanos, com base em informações próprias e relatórios de inspeção da ONU, tiveram a certeza de que Saddam não tinha armas químicas e, a partir daí, decidiram invadir e bombardear."
Wladmir Demarco, de Porto Alegre (RS)
"Eu acho que essa guerra é uma guerra sem causa, que visa o enriquecimento dos EUA. Para as pessoas do mundo inteiro desviar suas atenções dos EUA, que têm sua economia decadente nos últimos meses. Se um país dito de primeiro mundo pode do nada destruir países por apresentarem um regime que eles não gostam, a que ponto chegaremos? Estamos em pleno século XXI, já sabemos as conseqüências de uma guerra, tanto pelo ponto de vista econômico mundial, tanto pelo ponto de vista ecológico. E devemos utilizar esse conhecimento para preservar a PAZ. Quantas pessoas estão morrendo sem necessidade? E o meio ambiente daquele região, em que condições eles podem progredir? Como a humanidade pode melhorar, se a cada dia que passa, o mundo dá passos para trás? Devemos rezar para que essa guerra acabe o quanto antes, e vidas sejam preservadas. Bush não tem o direito de interferir numa sociedade desta maneira. Trocar petróleo por sangue, esse é o preço?2
Gabriela Veras de Moraes, de Niterói (RJ)
"Na minha opinião, Bush mais tarde será um Saddam e/ou pior..."
Luiz Antonio de Andrade, de Laranjeiras do Sul (PA) |
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