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'Fahrenheit 11 de Setembro' recebe prêmio do público | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O documentário anti-Bush de Michael Moore, Fahrenheit 11 de Setembro, foi escolhido melhor filme na votação do público americano do People's Choice Awards. O filme A Paixão do Cristo, de Mel Gibson, foi eleito o melhor drama, apesar de ambos os filmes terem ficado ausentes de prêmios nos Estados Unidos que antecedem o Oscar. Julia Roberts recebeu seu décimo prêmio consecutivo de atriz de cinema favorita dos americanos. Johnny Depp ficou com o prêmio masculino, e Renee Zellweger revelou-se a melhor atriz principal em um filme na premiação de domingo na Califórnia. Novatos O desenho animado Shrek 2 ganhou três prêmios: melhor animação, melhor comédia e melhor continuação. Nas categorias de televisão, Desperate Housewives foi eleito melhor seriado, e Joey, estrelado pelo ator Matt LeBlanc, que também atuou em Friends, melhor nova comédia. Will and Grace e CSI: Crime Scene Investigation foram premiados na categoria melhor comédia e melhor seriado dramático respectivamente. Os finalistas do People's Choice Awards foram resultado de um painel de 6.000 pessoas escolhidas pela revista Entertainment Weekly, e os vencedores foram eleitos por 21 milhões de eleitores que votaram pela internet. Soldados O diretor de Fahrenheit 11 de Setembro, Michael Moore, dedicou seu prêmio aos soldados americanos no Iraque. Seu filme fez muitas críticas ao presidente George W. Bush e à invasão liderada pelos Estados Unidos no Iraque. Moore fez campanha contra Bush durante a campanha presidencial do ano passado no país, em que o candidato democrata, John Kerry, acabou derrotado. "Este país ainda é todo nosso, nem da direita nem da esquerda nem democrata nem republicano", disse Moore ao receber o troféu na cerimônia em Pasadena, no Estado americano da Califórnia. Moore afirmou que a escolha de um documentário pela primeira vez como melhor filme nos 31 anos da cerimônia de premiação era "uma ocasião histórica". Ao contrário de vários outros cineastas, o diretor de A Paixão do Cristo, Mel Gibson, disse que não fará campanha para conseguir um Oscar para seu filme. Ele disse que dava mais valor ao prêmio que estava recebendo, pois era a escolha popular. |
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