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Cultura
26 de fevereiro, 2003 - Publicado às 12h49 GMT
Artista britânica 'enrola' com barbante escultura de Rodin
'Invertenveção' na obra foi feita por Cornelia Parker
'Invertenveção' na obra foi feita por Cornelia Parker

A escultura O Beijo, do artista francês Auguste Rodin, foi enrolada por um cordão de barbante de cerca de 1,6 quilômetro para a exposição recém-inaugurada em Londres.

A artista que enrolou a obra de Rodin é Cornelia Parker, que já concorreu ao prêmio Turner – um dos mais conceituados da Grã-Bretanha.

A "intervenção" sobre a obra do escultor francês, intitulada The Distance: A Kiss With Added String (A Distância: Um Beijo com Cordões Adicionais), integra a mostra Days Like These, que está em cartaz no museu Tate Britain, de Londres.

Os curadores do museu Tate Modern, onde está exposta a obra original de Rodin, acompanharam o trabalho de Cornelia Parker para assegurar que a escultura não seria danificada.

"Obscena"

A artista passou quase uma semana enrolando o barbante em torno da escultura, criada por Rodin em 1836.

A obra de Rodin, feita em mármore, mostra um casal nu se beijando. No passado, a escultura já foi considerada muito forte para ser exibida publicamente.

Quando a obra foi mostrada na Grã-Bretanha pela primeira vez, em 1904, o beijo do casal causou tanta celeuma que sua exibição chegou a ser cancelada.

"A obra desperta o contexto histórico. Quando O Beijo chegou à Grã-Bretanha foi considerada obscena. Agora, o barbante realça o momento de triste erotismo retratado", afirmou um representante da Tate.

"A maneira como o barbante enrola a cabeça dos amantes faz pensar ainda na claustrofobia dos relacionamentos ou como é ser outra pessoa", acrescentou o representante da Tate.

A obra de Parker foi inspirada no trabalho de Marcel Duchamp – o artista certa vez esticou uma corda por uma galeria inteira.

Cornelia Parker foi indicada à edição do Prêmio Turner de 1997 e foi a autora de uma polêmica mostra no Museu Victoria & Albert que mostrava instrumentos musicais quebrados.
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