Virou moda entre muitas meninas britânicas o uso de pulseiras de plástico coloridas, apelidadas de "shag bands" ("pulseiras do sexo", em tradução-livre).
Cada cor representa um ato afetivo ou sexual que, em teoria, a meninas precisariam fazer caso um menino consiga arrebentar a pulseira. Esses atos vão desde um inocente abraço até sexo oral e relações sexuais completas.

A moda está causando enorme polêmica entre pais e professores e chegou até a secretaria da Criança do país.
Com meninas a partir de oito anos de idade aparecendo com as pulseiras, algumas escolas já proibiram o uso.
Muita gente acha que trata-se apenas de brincadeira de criança, que as pulseiras não significam que as meninas irão realmente fazer o que as cores determinam e que jogos com fundo sexual não são novidade no parquinho. Quem nunca brincou de pega-pega em que o menino dá um beijinho na menina, perguntam eles.
Por outro lado, há quem acredite que a prática expõe crianças pequenas a termos sexuais que elas não conheceriam de outra forma e promove a erotização infantil.
Há também o temor de que proibir as pulseiras só vai torná-las mais desejáveis.
E você, o que acha?


Se estivesse vivo, Elvis Presley estaria fazendo 75 anos no início do ano que vem.
Como parte das comemorações, a galeria Proud Chelsea está mostrando pela primeira vez na Grã-Bretanha a coleção Elvis at 21: New York to Memphis, do fotógrafo Alfred Wertheimer.
A coleção de fotos mostra Elvis novinho, prestes a se tornar o fenômeno musical que foi, e é considerada por muitos a melhor documentação fotográfica do cantor jamais feita.
As fotos foram tiradas em 1956, quando Elvis tinha 21 anos.
Na época, a gravadora RCA Victor pediu para que o fotojornalista Wertheimer passasse um dia fotografando sua nova contratação.
O que era par ser um dia virou uma odisséia, na qual o fotógrafo teve acesso irrestrito ao dia-a-dia de Elvis entre março e julho daquele ano.
Além de imagens do cantor em casa, a coleção também inclui fotos dele com os fãs, durante shows e no estúdio de gravação.
A exposição fica em cartaz na Proud Chelsea, em Londres, entre 18 de novembro e 31 de janeiro.
Para quem não está por esses lados, fica aqui a palhinha...

Mais um sinal dos tempos...
Saiu na agência France Press que uma empresa de Hong kong está oferecendo empréstimos pessoais usando bolsas de grifes famosas como garantia.
A empresa Lady Finance empresa até 70% do valor da bolsa, com juros anuais de 28%. Caso não o empréstimo não seja pago em dia, a bolsa fica para a empresa.
Esse esquema funcionaria bem na região por causa do forte mercado de bolsas de segunda-mão em Hong Kong, onde uma Louis Vuitton usada chega a ser vendida por U$ 2,6 mil (cerca de R$ 4,5 mil).