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O buraco na maior economia do mundo

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Rogério Simões | 2008-09-18, 12:40

bernanke.jpg"O ano de 2002 será sempre lembrado pela onda de escândalos que abalaram a confiança nas corporações americanas." Assim o repórter de economia da BBC Briony Hale começava seu texto sobre 2002, publicado em 20 de dezembro daquele ano aqui na BBC Brasil. Briony referia-se logicamente aos casos de fraudes empresariais nas gigantes Enron e WorldCom, que afetaram a imagem de solidez do capitalismo na terra do Tio Sam. Muitos tentaram ver os escândalos de seis anos atrás como casos isolados, frutos da irresponsabiliade de alguns executivos, severamente punidos pela Justiça anos mais tarde. Mas houve quem entendesse que, por trás dos acontecimentos do início da década, escondia-se um pesadelo muito maior: o de que a economia americana era muito mais frágil, vulnerável e pobre do que as aparências mostravam.

Não sou especialista em economia, entendo do assunto menos do que boa parte dos nossos leitores. Mas tendências históricas me fascinam. Por isso fiquei impressionado, quatro anos atrás, quando li pela primeira vez a avaliação do historiador francês Emmanuel Todd sobre o futuro dos Estados Unidos como potência global, no livro After the Empire - The Breakdown of the American Order (Depois do Império - O Desmoronamento da Ordem Americana). Acho que inclusive já citei esse livro aqui neste blog. Todd analisa aspectos políticos, militares, diplomáticos e econômicos dos Estados Unidos para mostrar que o país chegou ao seu auge na segunda metade do século 20 e agora segue ladeira abaixo. Em algumas décadas, segundo ele, os americanos serão uma potência de importância relativa, demais ocupada com seus problemas internos para poder resolver questões em outras partes do mundo.

Na polêmica avaliação do historiador francês, os Estados Unidos eram realmente fortes quando tinham uma economia baseada em um capitalismo industrial, quando produziam coisas que se pode pegar, usar, quando sua economia era tão robusta quanto fábricas de veículos, estaleiros, computadores ou naves espaciais. Para ele, os escândalos da Enron e WorldCom mostraram que não era mais possível confiar no valor de face da economia americana. Maior PIB do mundo? Nominalmente, sim. Mas ver que a única superpotência mundial depende há anos de dinheiro japonês e chinês para financiar seu déficit e de um frenético consumo interno para manter a bicicleta de Wall Street em pé não é algo exatamente alentador.

Como eu já disse, não entendo muito de economia. Mas o cidadão comum sabe muito bem o que se passa perto dele. Em minha última visita aos Estados Unidos, em 2004, tive a impressão de que em torno do Lago Michigan havia mais iates do que contribuintes. Ao comentar com um morador local como aquela riqueza me impressionava, ele disse: "Mas os barcos não são deles. São dos bancos. Isso tudo é crédito. Ninguém tem dinheiro de verdade aqui, as pessoas têm crédito". Assim como as grandes empresas americanas. Num dia elas têm dinheiro, ou promessa de dinheiro, papéis que dizem que elas têm dinheiro. No dia seguinte, o dinheiro se foi. Onde estava esse dinheiro, ninguém sabia ao certo, porque um emprestou para o outro, que emprestou para um terceiro, que ofereceu para um quarto, que prometeu pagar quando recebesse de alguém cujo patrimônio ninguém checou.

À frente dessa economia não mais baseada na indústria, mas muito mais na ciranda financeira, na especulação sobre o futuro, na promessa de retorno, está o Federal Reserve. Mas pouco mais de um ano atrás, seu presidente, Ben Bernanke (foto acima), dizia que a crise imobiliária não era uma ameaça grave. Semanas depois teve de admitir que "as perdas financeiras globais excederam até as expectativas mais pessimistas". E o pesadelo mal havia começado.

Em agosto de 2007, no início da crise, o Fed lançou US$ 24 bilhões no mercado para conter a queda das bolsas. Nesta quinta-feira, 18 de setembro, foi obrigado a injetar US$ 180 bilhões. Isso depois de desembolsar US$ 85 bilhões para salvar a AIG. E o incêndio continua. Parece que aqueles que viram nos escândalos da Enron e da WorldCom algo mais do que práticas criminosas tinham razão em temer pelo futuro da maior economia do mundo. O buraco parece ser muito mais embaixo.

ComentáriosDeixe seu comentário

  • 1. às 08:03 PM em 18 set 2008, Rogério de Oliveira escreveu:

    Certamente essa “ajuda” de 1 trilhão de dólares confirma que os EUA na verdade se transformou lamentavelmente en uma grande Enrol, ou seja, todos os anúncios de prosperidade economica na verdade nunca se concretizaram de fato. Todo mundo fez vista grossa e deu no que deu. Eu queria perguntar como a imagem de um País pód se basear apenas em especulações financeiras mentirosas. Não acredito no PIB, ñ acredito nos valores de balança comercial, ñ acredito que a taxa de desemprego de hoje esteja pior do que na época da depresão. Graças a Deus os Republicanos com essa vão ser inchotados a pontapés pelo Obama.

    ABÇ

  • 2. às 08:42 PM em 18 set 2008, Umberto Martins escreveu:

    Seu breve comentário é um dos melhores que li sobre o tema. A riqueza social, já dizia Adam Smith, provém do trabalho e é produzida basicamente na indústria e na agricultura. Esta velha lei do valor-trabalho ainda não foi revogada, malgrado as ilusões promovidas por uma economia movida a dívida e cartão de crédito. Sua validade pode ser conferida na vertiginosa ascensão da China, que deve sua prosperidade ao emprego da mais numerosa força de trabalho do planeta com um padrão tecnológico e um grau médio de produtividade respeitáveis.
    A contrapartida da "exuberância irracional" dos EUA, financiada por capitais estrangeiros (China, Japão, UE e até o Brasil)e pelos lucros de suas multinacionasi no exterior, é um déficit industrial que se aprixima de 1 trilhão de dólares ao ano e uma necessidade (consequente) de financiamento externo escandalosa; um consumismo excessivo sem respaldo na produção (refletido no déficit comercial) e uma chocante carência de poupança interna, coberta pelo rombo em conta corrente.
    Hobson e Lênin diriam que esses fenômenos configuram um parasitismo econômico-social não muito diferente daquele que, no passado, determinou a decomposição do império real britânico. O parasitismo se define, no caso, pelo hátito social de viver à custa alheia, alimentado por investimentos e lucros provenientes de outras nações, vício que degrada, enfraquece a capacidade produtiva e conduz a indústria a um declínio irreversível.
    Parece que já estamos vivemos o ocaso da hegemonia dos EUA no sistema capitalista internacional.

  • 3. às 09:10 PM em 18 set 2008, wilando kurth escreveu:

    gostaria de lembrar ao Rogerio, que a conta será paga inclusive por nos brasileiros, aja vista o prejuizo da PREVI, até o presente momento em torno de quinze bilhoes de dolares.

  • 4. às 09:17 PM em 18 set 2008, Marc escreveu:

    Quando falamos em crise crédito aos quatros cantos precisamos pensar também no modelo que o Brasi segue. Será que não estamos a nos dirigir para o mesmo buraco?

  • 5. às 02:35 AM em 19 set 2008, Marcelo Leonel escreveu:

    Não concordo com isso,os stados unidos continuam e vão cotinuar a ser potencias,militarmente,quimicamente e continuarão a dominar o financeiro,capitalismo é assim constroi,destroi e se recria,e em recriar os americanos são os caras,imagina se eles aumentarem os juros o que acontece com o resto,não duvidem disso!

  • 6. às 03:55 AM em 19 set 2008, Miguel Bonifacio escreveu:

    Como vc mesmo disse à frente do imenso cassino virtual, que virou a economia americana, está o próprio Fed. Quando um sistema financeiro aceita os "bônus da morte", ou seja, títulos lastreados em apólices de seguros ainda não resgatadas, como existem nos EUA, é pq se perdeu o controle e a ganância extravasa na "liberdade do mercado". Dá prá rir do discurso oficial americano.

  • 7. às 01:43 PM em 19 set 2008, Antonio Carlos escreveu:

    Alan Greenspan, 18 anos no Fed. Hoje é acusado de ser o responçável pela quebradeira americana. Culpar quem comandou a economia global durante este tempo, é fácil, mas o difícel é que ele, o Greenspan deixou um ônibus (o Fed) com tanque cheio pneus bem calibrados, e, com todas as mordomias possíveis neste Fed (ônibus). O novo mandante com todas as mordomias deixou o ônibus (Fed) no "comando automático". O "comando automático" através da mídia só dava tudo positivo, mas quando tudo se passava por sistema virtual que não tinha nada com a realidade. O atual presidente do Fed, dormiu segurando o volante, agora acordou com um onibus (Fed) desgovernado, sem saber para onde ir. Que caminho seguir, se a maior economia mundial está desgovernada com tantas mentiras. O melhor que eles tem de fazer, é, dizer a verdade e pedir ajuda.

  • 8. às 02:36 PM em 19 set 2008, Virgo escreveu:

    Não é só a irresponsabilidade dessas instituições financeiras que apostaram (a palavra é essa) o dinheiro de seus investidores em jogadas especulativas (perigosas, por definição) e perderam. Há também o aparente completo descontrole sobre esses agentes da economia. Uma autoridade monetária deveria se envergonhar de admitir que as coisas chegaram nesse nível de balbúrdia nos últimos anos sem que fosse dado nenhum tipo de aviso sobre a irracionalidade disso tudo.
    Se é verdade que o capitalismo se reinventa, há aparentemente uma contradição entre um sistema que deveria se auto-regular, mas que é incapaz de identificar a tempo desvios de rumos que conduzem a catástrofes. E em minha opinião essa contradição é explicada por uma palavra que é velha conhecida nossa: Corrupção, pura e simplesmente (aí entendido que se expande o significado de corrupção ao chamado "conflito de interesses"). Ou alguém quer mesmo acreditar que as autoridades constituídas daquele país não perceberam que algo estava mesmo muito errado com aquelas instituições, apesar da avaliação positiva das empresas de classificação de risco.
    Que é isso, gente? Essas pessoas são do ramo.
    Um exemplo? Até muito recentemente, essas bombas-relógio que quebraram recebiam avaliação "AAA" dessas empresas de avaliação de risco.
    A pergunta é: se elas perceberam e não avisaram a ninguém por causa de seus interesses escusos, quem precisa delas? se elas não souberam avaliar corretamente o risco representado por essas companhias, quem precisa delas (FED inclusive)?

  • 9. às 07:06 PM em 19 set 2008, Juba escreveu:

    Nos museus e casa que vendem moedas antigas na Europa, existem moedas romanas que eram cunhadas aos milhões pelos imperadores. Antigas e ainda pouco valem por ainda existirem muitas.
    ESSE É O FUTURO DO DOLAR...

  • 10. às 11:12 PM em 19 set 2008, Isabella escreveu:

    Realmente, eu acho que, tal como ocorreu no Império Romano, o Império Americano está ruindo devido à corrupção, que solapa as bases da sua economia. Ao que parece, esse não é um fenômeno que se iniciou há pouco tempo: há anos os imensos rombos no mercado vêm sendo sistematicamente tapados e a poeira assentada debaixo do tapete. Com efeito, fico a me perguntar todos os dias: o que será que o "maestro" Alan Greenspan esteve fazendo naquele tempo todo no Fed?

  • 11. às 12:06 AM em 21 set 2008, Alberto Monteiro escreveu:

    Eu não sei falar bonito como vocês, tenho 14 anos e meu trabalho é sobre essa crise no sistema capitalista, o que posso comentar com meu conhecimento é:
    Meu super-herói era o Superman, eu o achava incrível com aquela sua invulnerabilidade e frieza conseguia resolver problemas de "outro mundo". Os Estados Unidos era assim para mim, um país de outro planeta, invulnerável, eterno e cheio de poderes. Mas até esse mais poderoso ser tem sua fraqueza e por ironia do destino ela vem de sua própria terra natal, capaz de derrotá-lo e até matá-lo. A realidade se mostra igual a ficção. Enquanto esse herói tenta se levantar temos que tentar nos virar sem ele, alguns heróis reservas virão a calhar, como o TINTIM OU ASTERIX (EUROPA), SON GOKU (JAPÃO) e quem sabe até o CHAPOLIN COLORADO...hehe, não custa sonhar hehe XD

  • 12. às 06:34 AM em 21 set 2008, j silva escreveu:

    Puxa, se formos pensar fundo e mesmo de meter medo ne, hoje em dia ja se produz muito pouco nesse pais e o povo esta acostumado a viver grande! Depois de 20 anos por aqui e ja bem aculturado ainda nao me habituei a esta cultura de desperdicio. Espero jamais ocorrer estas previsoes mas e de dar um frio na espinha mesmo porque ai estariamos todos no mesmo barco nao importa de qual pais!

  • 13. às 08:54 AM em 21 set 2008, vera scherer escreveu:

    É sempre assim: os bancos exploram seus clientes ao máximo e ainda são ajudados pelos governos com o dinheiro dos impostos que nós pagamos. Isto é um absurdo e só confirma o que Marx já dizia há 100 anos: os governos atuais servem apenas para gerir os negocios da burguesia. Que democracia é esta?

  • 14. às 10:27 PM em 21 set 2008, jose gomes xavier escreveu:

    Lembro-me quando minha mãe relatava o final da escravidão. Os brancos não sabiam e não aguentavam o trabalho e tambem era considerado degradante. necessario uma analise do que acontece EEUU.

  • 15. às 06:35 PM em 22 set 2008, Bolívar Ibargoyen escreveu:

    O deus Mercado caiu! Essa religião em que se converteu o capitalismo aceita intervenção estatal para salvar empresas incompetentes, violando uma de suas bases teóricas primárias.
    Algo impensávem há dez anos aconteceu! O Império ruiu mais do que com as Torres Gêmeas em 2001. Nem Osama pensaria num plano tão sinistro!
    A bolha imobiliária era bolha de crédito. Olho aberto! O Brasil pode estar em uma situação parecida. Tem gente que está vivendo com crédito de classe A e tem renda de classe C!

  • 16. às 08:44 PM em 23 set 2008, jose herrera escreveu:

    Nunca imagine sertestimonia da maior estatização do seculo XX!, e imagine só , nos Estados Unidos, e se fosse, algum pais da america do sul.
    quando na Roma republicana na conseguia solucionar problemas graves se nomeaba um ditador (dictador ou magister populi) é investido com plenos poderes, Henry Paulson esta querendo o mesmo, isto e porque o propio presidente não quer tomar responsabilidades em estes ultimos dias de governo.

  • 17. às 08:45 PM em 24 set 2008, Romualdo Cançado escreveu:

    Os EEUU têm sido uma grande bola de neve de desperdício de dinheiro público nos últimos anos. O Pres. Bush parece entender muito pouco de economia e finanças, jogando seu país num esforço inútil para manter a aparência de que é o único país que domina o mundo pós II guerra. O mundo mudou, a Europa mudou mas os EEUU cada vez perdem mais e mais terreno porque a mudança, para eles, é muito dolorosa. Não acredito em um futuro promissor para esta nação. O comentário acima vem de alguém que conhece muito bem a situação atual. Parabéns!

  • 18. às 04:10 PM em 25 set 2008, Fabio Rispoli escreveu:

    Quantos comentários apressados!

    Parece certo que os Estados Unidos perderão importância no cenário econômico mundial, uma vez que há uma série de ajustes a fazer (déficit em conta-corrente, déficit no balanço de pagamentos, etc.), e também porque outros países ganharão mais peso, como a China.

    Só que isso não significará sua derrocada completa. Enquanto eles forem o centro do conhecimento e do desenvolvimento tecnológico, eles continuarão dando as cartas. Eles podem não produzir em termos relativos o mesmo tanto que produziam antigamente, mas continuam definindo o que será produzido. Aém disso, já faz algum tempo que eles estão baseando sua economia nos serviços. Então analisar seu desempenho com base na indústria apenas me parece inapropriado.

    Também considero equivocadas as análises que mencionam parasitismo. Afinal, é isso que vocês chamam de parasitismo que propiciou o desenvolvimento de vários outros países, já que tudo que eles importam significa transferência de renda.

    Quanto a todas essas críticas aos reguladores, gostaria de lembrá-los que, além deles, todos somos responsáveis pelas nossas atitudes. Assim, se investimos nosso dinheiro numa aplicação é nossa obrigação saber como ela funciona e quais são as suas garantias. Só que quase ninguém faz isso, por preguiça e desconhecimento.

    Vamos ver como as coisas vão se desenrolar, mas acredito que o pacote de ajuda não será simplismente uma doação. Salvar um banco da falência é diferente de salvar o banqueiro. Salvar o banqueiro é errado, e por isso deve-se processá-lo e responsabilizá-lo por seus erros. Salvar um banco salva a economia das pessoas, e é isso que deve ser preservado.

  • 19. às 05:43 PM em 30 set 2008, Alessandro - Sao Paulo escreveu:

    Fabio Rispoli,
    Concordo em certa parte com seu comentário, é uma questão de percepção. Entretando discordo da sua afirmação de que salvar um banco salva a economia das pessoas. É justo que a maioria dos cidadãos americanos salvem a economia de algumas pessoas que tinham todos os dispositivos plausíveis para a manutenção de seu dinheiro numa economia extremamente capitalista como a americana? A final de contas quem irá pagar essa conta enorme é o contribuinte americano.
    E de tabela graças a essa economia "eficaz" americana o mundo acabou sendo arrastado, ainda não foi a meu ver e acredito que o Brasil será afetado mas não da mesma forma que já ocorrera. São as economias emergentes que estão dando um certo tom otimista ao planeta. Uma vez que o sistema bancário americano e europeu provou que não tem competência de gestão.
    É uma questão de opinião porque não temos a mesma percepção, mas temos o conhecimento de como uma gestão bancária fracassou.
    Há necessidade de criar-se uma nova ordem no mundo, é o momento oportuno para o mundo se unir e discutir os novos rumos do capitalismo.
    O mundo depender de um único país que consome 40% de tudo que é produzido, precisa ser revisto.
    Em relação aos demais comentários, estão certos de expor seus pensamentos, a quanto tempo esses banqueiros americanos vinham palpitando sobre a nossa economia tupiniquim?
    Sinceramente não acredito que a economia americana irá se recuperar tão cedo desse episódio.

  • 20. às 03:14 AM em 01 out 2008, Marinaldo Nogueira escreveu:

    O dilema que vejo é o seguinte: O governo deve assumir o passivo podre dos bancos depois que estes ganharam dinheiro de forma incopetente e negligente, ou encontrar forma de fomentar o consumo e levantar o país e o moral do seu povo?

    De qualquer das duas formas o sistema financeiro é afetado, moral da história o sistema financeiro será sempre irresponsavel no capitalismo pois sempre terá uma mãe caridosa e preocupada chamada governo.

  • 21. às 02:16 PM em 18 out 2008, Dandolo Bagetti escreveu:

    Os políticos americanos, realmente são muito ruins (os economistas,idem).
    Bush foi um bom presidente, dentro da medida do possível.

  • 22. às 08:09 PM em 06 jan 2009, M.A. II escreveu:

    O MAIOR CULPADO E AS NACOES UNIDAS QUE PASSA O TEMPO TODO ANDANDO DE CARRO PARA CIMA E PARA BAIXO AQUI EM TELAVIV

    NACOES UNIDAS E UMA MASCARA DEVERIA ACABAR DE UMA VEZ POR TODAS ELES QUE DEVERIA ESTA EM GAZA NAO ISRAEL

    telaviv-israel

  • 23. às 02:47 AM em 11 jun 2010, leo freitas escreveu:

    Muito bom o comentário.
    A verdade é o seguinte, os bancos só querem Dinheiro

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